Iker Casillas é um nome incontornável na história do futebol espanhol e mundial. O capitão do Real Madrid e da "Roja" vê os seus títulos mundiais e europeus serem relegados para segundo plano, face ao seu fraco rendimento desportivo. José Mourinho iniciou a mudança nas então saturadas redes merengues. Carlo Ancelotti parece concordar com a decisão do treinador português. A novela pode estar perto do final.
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013
O estranho caso Iker Casillas
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quarta-feira, 24 de abril de 2013
Bayern de Munique: a "máquina" alemã
Se ainda houvesse dúvidas acerca da qualidade do Bayern de Munique, terão sido dissipados após o jogo de ontem, a contar para a Liga dos Campeões, entre os germânicos e o Barcelona. De facto, a turma de Jupp Heynckes anulou por completo os "culés", com uma vitória esclarecedora, por 4-0, que deixa os alemães com "um pé e meio" na final da Champions.
Relativamente à partida, vimos um Bayern com uma estrutura e organização diferente da habitual, privilegiando a segurança defensiva, em vez do futebol total, geralmente aplicado pelo emblema de Munique. Estes, desde cedo criaram situações de perigo, como Robben, aos 2 minutos de jogo. Aos 15, surge a primeira situação controversa quando, após remate de Lahm, Gerard Piqué desvia, com o braço a bola, sem que o árbitro assinalasse grande penalidade. Porém, à medida que o duelo avançava, constatava-se que mais tarde ou mais cedo, o Bayern haveria de chegar ao golo, que aconteceria aos 25 minutos, com Thomas Müller a cabecear para a baliza após uma excelente assistência, também de cabeça, do brasileiro Dante. Perante isto, o conjunto de Vilanova arriscou um pouco mais e, durante escassos minutos, esteve melhor (aos 29 minutos, Messi quase empata, após passe primoroso de Pedro). Desse momento até ao intervalo, os germânicos conseguiram manter a coerência defensiva e, sem grandes dificuldades, permaneceram a vencer. A segunda parte iniciou-se a um ritmo frenético, com os catalães a criarem perigo, mas Neuer saiu aos pés de Iniesta negando-lhe o golo. Porém, o chavão popular, "quem não marca, sofre", viria a acontecer. Após a oportunidade desperdiçada pelo Barça, Mario Gómez, aos 49 minutos, após canto de Arjen Robben, finalizou da melhor maneira, depois de um cabeceamento ao primeiro poste de Müller (efetuou uma exibição espetacular). A partir daqui, o Bayern, pese a vitória, continuou a dominar, perante um Barcelona apático, que nunca encontrou espaço para realizar o seu caraterístico tiki-taka. Foi, portanto, com naturalidade que surgiu o terceiro golo, num contra-ataque conduzido por Robben que, após ultrapassar a defensiva "culé", atirou para a baliza de Victor Valdés (lance controverso, pois Müller impediu, ilegalmente, a passagem a Jordi Alba, retirando-o da discussão da situação). Até ao término da partida, ainda deu para os bávaros aumentarem a vantagem para 4-0, com mais um golo de Müller que coloca a sua equipa com pé e meio na final da Champions.
Perante esta exibição, que complementa uma época a todos os níveis espetacular (os germânicos já venceram a Bundesliga, estão na final da Taça da Alemanha e quase na da Champions), que contrasta com a anterior, na qual o Bayern perdeu a final da "liga milionária", no seu estádio, contra o Chelsea, quais os limites da formação orientada por Jupp Heynckes? Provavelmente, não há. Neste momento, já se espera de tudo de um emblema que goleia sem dificuldades, independentemente do nome do adversário (Schalke 04, Werder Bremen, Hamburgo, Lille e, agora, Barcelona foram vítimas da frieza dos bávaros). O sucesso desta equipa assenta, em primeiro lugar, no espírito de entreajuda evidenciado pelos jogadores dos campeões alemães. De facto, como se comprovou ontem, todos os elementos ajudam nas tarefas defensivas, pressionam e correm, muito (veja-se o caso de Ribéry e de Robben que são extremos de origem). Em segundo lugar, relacionado com o primeiro, é a capacidade física. Do início ao fim do jogo, os atletas dos bávaros pressionaram constantemente, sempre com elevado grau de eficácia (grande contributo de Javi Martínez que, para além de destruir, construiu e permitiu que a sua equipa saísse várias vezes em contra-ataque). Por fim, há ainda a destacar a frieza e calculismo. O Bayern, apesar de alinhar de modo diferente do habitual, não deixou de dominar, embora nunca tenha arriscado em demasia. A finalização, como se provou, está bem afinada. Pese Mandzukic, normal titular na frente de ataque, não ter jogado, Mario Gómez não vacilou, marcou e deu imenso trabalho à defensiva "culé".
Com estes resultados, o céu é o limite para o Bayern ou será que, como no ano transato, falharão nos restantes momentos-chave da temporada (apesar de ser pouco credível que tal suceda)?
Relativamente à partida, vimos um Bayern com uma estrutura e organização diferente da habitual, privilegiando a segurança defensiva, em vez do futebol total, geralmente aplicado pelo emblema de Munique. Estes, desde cedo criaram situações de perigo, como Robben, aos 2 minutos de jogo. Aos 15, surge a primeira situação controversa quando, após remate de Lahm, Gerard Piqué desvia, com o braço a bola, sem que o árbitro assinalasse grande penalidade. Porém, à medida que o duelo avançava, constatava-se que mais tarde ou mais cedo, o Bayern haveria de chegar ao golo, que aconteceria aos 25 minutos, com Thomas Müller a cabecear para a baliza após uma excelente assistência, também de cabeça, do brasileiro Dante. Perante isto, o conjunto de Vilanova arriscou um pouco mais e, durante escassos minutos, esteve melhor (aos 29 minutos, Messi quase empata, após passe primoroso de Pedro). Desse momento até ao intervalo, os germânicos conseguiram manter a coerência defensiva e, sem grandes dificuldades, permaneceram a vencer. A segunda parte iniciou-se a um ritmo frenético, com os catalães a criarem perigo, mas Neuer saiu aos pés de Iniesta negando-lhe o golo. Porém, o chavão popular, "quem não marca, sofre", viria a acontecer. Após a oportunidade desperdiçada pelo Barça, Mario Gómez, aos 49 minutos, após canto de Arjen Robben, finalizou da melhor maneira, depois de um cabeceamento ao primeiro poste de Müller (efetuou uma exibição espetacular). A partir daqui, o Bayern, pese a vitória, continuou a dominar, perante um Barcelona apático, que nunca encontrou espaço para realizar o seu caraterístico tiki-taka. Foi, portanto, com naturalidade que surgiu o terceiro golo, num contra-ataque conduzido por Robben que, após ultrapassar a defensiva "culé", atirou para a baliza de Victor Valdés (lance controverso, pois Müller impediu, ilegalmente, a passagem a Jordi Alba, retirando-o da discussão da situação). Até ao término da partida, ainda deu para os bávaros aumentarem a vantagem para 4-0, com mais um golo de Müller que coloca a sua equipa com pé e meio na final da Champions.
Perante esta exibição, que complementa uma época a todos os níveis espetacular (os germânicos já venceram a Bundesliga, estão na final da Taça da Alemanha e quase na da Champions), que contrasta com a anterior, na qual o Bayern perdeu a final da "liga milionária", no seu estádio, contra o Chelsea, quais os limites da formação orientada por Jupp Heynckes? Provavelmente, não há. Neste momento, já se espera de tudo de um emblema que goleia sem dificuldades, independentemente do nome do adversário (Schalke 04, Werder Bremen, Hamburgo, Lille e, agora, Barcelona foram vítimas da frieza dos bávaros). O sucesso desta equipa assenta, em primeiro lugar, no espírito de entreajuda evidenciado pelos jogadores dos campeões alemães. De facto, como se comprovou ontem, todos os elementos ajudam nas tarefas defensivas, pressionam e correm, muito (veja-se o caso de Ribéry e de Robben que são extremos de origem). Em segundo lugar, relacionado com o primeiro, é a capacidade física. Do início ao fim do jogo, os atletas dos bávaros pressionaram constantemente, sempre com elevado grau de eficácia (grande contributo de Javi Martínez que, para além de destruir, construiu e permitiu que a sua equipa saísse várias vezes em contra-ataque). Por fim, há ainda a destacar a frieza e calculismo. O Bayern, apesar de alinhar de modo diferente do habitual, não deixou de dominar, embora nunca tenha arriscado em demasia. A finalização, como se provou, está bem afinada. Pese Mandzukic, normal titular na frente de ataque, não ter jogado, Mario Gómez não vacilou, marcou e deu imenso trabalho à defensiva "culé".
Com estes resultados, o céu é o limite para o Bayern ou será que, como no ano transato, falharão nos restantes momentos-chave da temporada (apesar de ser pouco credível que tal suceda)?
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sexta-feira, 12 de abril de 2013
Confronto de gigantes
Borussia Dortmund - Real Madrid e Barcelona - Bayern Munique: eis o resultado do sorteio das meias finais da Liga dos Campeões realizado hoje e que pode levar a um embate, na final, entre "merengues" e "culés".Porém, para essa utópica final, Mourinho e Tito Vilanova terão de ultrapassar dois adversários dificílimos, perfeitamente capazes de eliminar os hispânicos. No primeiro jogo, apesar do ligeiro favoritismo do emblema madrileno, há que desconfiar sempre do BVB, um clube muito bem organizado, jovem e irreverente, que não enjeita tomar conta do jogo e que, inclusivamente, já derrotou e vulgarizou o Real esta temporada, pelo que se torna um adversário perigoso e com o qual é necessário ter cautela (com jogadores rápidos e incisivos como Reus e Götze...). A segunda partida é, todavia, a mais aguardada. Os registos dos Bávaros no campeonato alemão não deixam dúvidas: 28 jogos, 24 vitórias, 3 empates e 1 derrota; 79 golos marcados e 13 sofridos. Para além destes factos, há ainda a notar que os germânicos foram, dos clubes que estão nas "meias", os únicos que não tiveram dificuldades em aí chegar, tendo estado em vantagem desde o minuto 1 do 1º jogo até ao minuto 90 da 2ª partida. Simultaneamente, o futebol da turma de Jupp Heynckes aproxima-se muito do praticado pelos catalães: dá preferência à posse de bola e ao futebol total. Com uma defesa coesa (apesar de não contar com nomes sonantes), um meio campo esforçado e com classe e um ataque fatal, o emblema de Munique parece infalível, afigurando-se, claramente, como um dos favoritos à vitória numa prova que lhe escapou no ano passado. Com desafios de alto quilate, só nos resta aguardar, ansiosamente, pelas semifinais que serão, certamente, espetaculares e, esperemos, plena de golos.
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quinta-feira, 11 de abril de 2013
Quem vai vencer a Champions?
Barcelona, Real Madrid, Borussia Dortmund e Bayern de Munique: eis os quatro magníficos que lutarão entre si pela prova mais importante e prestigiante de clubes do mundo - a Liga dos Campeões. Com maior (Barcelona, Dortmund e Real Madrid tiveram eliminatórias difíceis) ou menor dificuldade (Bayern de Munique, com uma vitória agregada por 4-0, ante a Juventus), estes emblemas confirmaram o favoritismo e seguem para as meias-finais da prova. Só entre si, repartem 18 Champions, ou seja, 1/3 de todas as edições. Evidentemente, foram os "merengues" que mais contribuíram para estes registos, com nada mais nada menos que nove conquistas, cinco delas nas cinco primeiras edições da competição. A seguir, os "Bávaros" e catalães conquistaram quatro, os primeiros venceram três consecutivas no início da década de 70, apoiados por Gerd Müller e Franz Beckenbauer, ao passo que a equipa espanhola alcançou a glória nos últimos 25 anos. Por fim, o Borussia venceu em 1996/97, com um plantel recheado de estrelas onde despontavam o português Paulo Sousa, o suiço Chapuisat, entre outros. Outro pormenor interessante e que seguramente vai dar mais valor a estas meias-finais é o facto de os quatro clubes em questão já terem a liga nacional decidida. Enquanto que na Alemanha o Bayern até já se sagrou campeão (o Dortmund está em 2º), na Liga Espanhola o "Barça" está próximo de o fazer, deixando o Real a vários pontos de distância. Assim, com todos os representantes a apostarem seriamente na prova, esperamos umas semifinais de luxo, com muitos golos e, evidentemente, com alguns dos melhores artistas do mundo a "espalharem" classe pelos relvados.
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Barça cede no Mestalla
Valencia 1-1 Barcelona
Em jogo a contar para as meias-finais da Taça do rei, o Barcelona não foi além de um empate em casa do Valencia, deixando tudo em perspetiva para a segunda mão.
Ambas as equipas deram tudo para alcançar a vitória, com jogadas de perigo iminente por parte da equipa "ché" e dos "culé", porém, foram os golos de Jonas, aos 27 minutos, para o Valencia, e de Puyol aos 35 minutos, para o Barça, a fazerem a diferença numa partida que, praticamente, oferece a passagem dos "blaugrana" à final da Taça de Espanha.
Em jogo a contar para as meias-finais da Taça do rei, o Barcelona não foi além de um empate em casa do Valencia, deixando tudo em perspetiva para a segunda mão. Ambas as equipas deram tudo para alcançar a vitória, com jogadas de perigo iminente por parte da equipa "ché" e dos "culé", porém, foram os golos de Jonas, aos 27 minutos, para o Valencia, e de Puyol aos 35 minutos, para o Barça, a fazerem a diferença numa partida que, praticamente, oferece a passagem dos "blaugrana" à final da Taça de Espanha.
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Barcelona elimina Real Madrid
Barcelona 2-2 Real Madrid
Em partida referente à Taça do Rei, o Barcelona beneficiou da vitória por 2-1 no Santiago Bernabéu e, depois um empate a duas bolas "arrancado a dentes" em Camp Nou, já está nas meias-finais da competição (jogará com Valencia ou Levante).
No entanto, foi o Real Madrid a entrar melhor na partida. A turma de José Mourinho dispôs de diversas ocasiões para chegar à vantagem (remate à barra de Ozil e lance cara-a-cara entre Higuaín e Pinto), porém os visitantes não se mostraram com capacidade, pelo menos na primeira parte, de minar a defesa "blaugrana". O Barcelona aproveitou a displicência dos seus adversários, cresceu no jogo e, aos 43 minutos, Messi arrancou desde o meio-campo e deu em Pedro Rodríguez (que havia entrado para o lugar do lesionado Iniesta) que não teve grandes dificuldades a desviar a bola de Casillas. Pouco tempo depois, no decorrer de um livre à entrada da área madrilista, Daniel Alves, com um remate fantástico, fez o 2-0.
O Barcelona entrou dominante na segunda metade, mas um golo de Cristiano Ronaldo, na sequência de um erro de marcação dos anfitriões, serviu para fazer o primeiro golo do Real Madrid. A formação "blaugrana" tornou-se mais ansiosa e os "merengues" pegaram no jogo. Pouco tempo depois, o francês Benzema, depois de uma bela jogada individual, empatou a partida. Até fim, o resultado não se alterou, e os "culés" podem festejar o apuramento para a próxima fase da segunda maior competição espanhola.
Em partida referente à Taça do Rei, o Barcelona beneficiou da vitória por 2-1 no Santiago Bernabéu e, depois um empate a duas bolas "arrancado a dentes" em Camp Nou, já está nas meias-finais da competição (jogará com Valencia ou Levante).
No entanto, foi o Real Madrid a entrar melhor na partida. A turma de José Mourinho dispôs de diversas ocasiões para chegar à vantagem (remate à barra de Ozil e lance cara-a-cara entre Higuaín e Pinto), porém os visitantes não se mostraram com capacidade, pelo menos na primeira parte, de minar a defesa "blaugrana". O Barcelona aproveitou a displicência dos seus adversários, cresceu no jogo e, aos 43 minutos, Messi arrancou desde o meio-campo e deu em Pedro Rodríguez (que havia entrado para o lugar do lesionado Iniesta) que não teve grandes dificuldades a desviar a bola de Casillas. Pouco tempo depois, no decorrer de um livre à entrada da área madrilista, Daniel Alves, com um remate fantástico, fez o 2-0.
O Barcelona entrou dominante na segunda metade, mas um golo de Cristiano Ronaldo, na sequência de um erro de marcação dos anfitriões, serviu para fazer o primeiro golo do Real Madrid. A formação "blaugrana" tornou-se mais ansiosa e os "merengues" pegaram no jogo. Pouco tempo depois, o francês Benzema, depois de uma bela jogada individual, empatou a partida. Até fim, o resultado não se alterou, e os "culés" podem festejar o apuramento para a próxima fase da segunda maior competição espanhola.
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Diferenças de mentalidade
O "clássico" de Santiago Bernabéu ficou marcado, para além da vitória do Barcelona, pela agressividade excessiva de jogadores como Pepe ou Fábio Coentrão. Para mim, foi apenas mais uma demonstração da diferença de mentalidades: da catalã e da madrilena.
José Mourinho foi o ponto de viragem nas atitudes do Real Madrid, não desprezando o seu (excelente) trabalho ao leme dos "merengues". O português chegou à capital espanhola com o estatuto de eliminador do Barcelona (havia derrotado o emblema "blaugrana" no decorrer da Liga dos Campeões 2009/10) e a imprensa apenas teve que fomentar esse ódio, bem presente nas conferências de imprensa de "El Especial". A verdade é que as atitudes violentas e vergonhosas dos atletas madrilistas nos confrontos com os "culés" se vão multiplicando, tal como as derrotas e os títulos perdidos perante os seus principais rivais.
Por outro lado, a turma de Guardiola vai demonstrando classe, qualidade e humildade dentro e fora do campo, recolhendo a maior parte dos títulos em Espanha e no resto do mundo. O Barcelona é, tal como o lema do próprio clube indica, é "mais que um clube", forma, além de grandes jogadores (continuamos a referir que Messi é, claramente, o melhor do mundo), grandes pessoas, bem parente em Guardiola, Xavi, Iniesta ou Messi. Uma cultura diferente, assente no "tiki-taka", dentro das quatro linhas, mas também na humildade.
Francisco Cunha
José Mourinho foi o ponto de viragem nas atitudes do Real Madrid, não desprezando o seu (excelente) trabalho ao leme dos "merengues". O português chegou à capital espanhola com o estatuto de eliminador do Barcelona (havia derrotado o emblema "blaugrana" no decorrer da Liga dos Campeões 2009/10) e a imprensa apenas teve que fomentar esse ódio, bem presente nas conferências de imprensa de "El Especial". A verdade é que as atitudes violentas e vergonhosas dos atletas madrilistas nos confrontos com os "culés" se vão multiplicando, tal como as derrotas e os títulos perdidos perante os seus principais rivais.
Por outro lado, a turma de Guardiola vai demonstrando classe, qualidade e humildade dentro e fora do campo, recolhendo a maior parte dos títulos em Espanha e no resto do mundo. O Barcelona é, tal como o lema do próprio clube indica, é "mais que um clube", forma, além de grandes jogadores (continuamos a referir que Messi é, claramente, o melhor do mundo), grandes pessoas, bem parente em Guardiola, Xavi, Iniesta ou Messi. Uma cultura diferente, assente no "tiki-taka", dentro das quatro linhas, mas também na humildade.
Francisco Cunha
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Tragédia Real
Real Madrid 1-2 Barcelona
Ainda não foi desta que José Mourinho descobriu a fórmula para deter o Barcelona. Ontem, mais uma derrota, que deixa os "culés" com uma vantagem confortável para a segunda mão, na Catalunha. Ainda os adeptos se estavam a acomodar ao ambiente escaldante do Santiago Bérnabeu e Cristiano Ronaldo já marcava. Minuto 11, contra-ataque do Real e Cristiano ultrapassou Dani Alves e rematou forte, por entre as pernas de Pinto. Aos 17 minutos, a primeira contrariedade para Mourinho. Pepe tem uma entrada mais ríspida sobre Busquets e o árbitro, Teixeira Vitienes, não hesitou na amostragem da cartolina amarela. Até ao fim da primeira parte e embora os "merengues" não tenham ameaçado as redes catalãs, o Barça também não conseguiu chegar com muito perigo à baliza de Iker Casillas. De resto, apenas Alexis (está em grande forma), com um cabeceamento a embater no poste, e Iniesta, com um remate para fora, ameaçaram o guardião dos madridenos.
A segunda parte foi muito diferente, com os "blaugrana", inspirados em Messi, a serem mais criativos que os rivais. Logo no reatamento da partida, aos 49 minutos, canto cobrado por Xavi e Puyol, a fugir à marcação de Pepe, a empatar a partida. Apenas aos 58 minutos é que o Real conseguiu voltar a ameaçar, desta feita por Benzema, com um cabeceamneto em cheio no poste. Por esta altura o duelo estava indeciso, com cada equipa a demonstrar ter predicados para poder discutir o jogo. Mas, e porque há sempre um mas, o Barcelona concretizou a reviravolta. Messi fez um passe fantástico (meio-golo), e Abidal faturou, fazendo o 2-1, com um golo à ponta-de-lança. Resultado que premeia o esforço individual e coletivo dos "culé", que nunca arredaram pé e que obtêm uma vitória justa e que complica a vida a José Mourinho na Taça do Rei.
Ainda não foi desta que José Mourinho descobriu a fórmula para deter o Barcelona. Ontem, mais uma derrota, que deixa os "culés" com uma vantagem confortável para a segunda mão, na Catalunha. Ainda os adeptos se estavam a acomodar ao ambiente escaldante do Santiago Bérnabeu e Cristiano Ronaldo já marcava. Minuto 11, contra-ataque do Real e Cristiano ultrapassou Dani Alves e rematou forte, por entre as pernas de Pinto. Aos 17 minutos, a primeira contrariedade para Mourinho. Pepe tem uma entrada mais ríspida sobre Busquets e o árbitro, Teixeira Vitienes, não hesitou na amostragem da cartolina amarela. Até ao fim da primeira parte e embora os "merengues" não tenham ameaçado as redes catalãs, o Barça também não conseguiu chegar com muito perigo à baliza de Iker Casillas. De resto, apenas Alexis (está em grande forma), com um cabeceamento a embater no poste, e Iniesta, com um remate para fora, ameaçaram o guardião dos madridenos.
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
"Clássico" na Taça do Rei
Real Madrid vs. Barcelona (21.00 - Sport TV)
Hoje, Real Madrid e Barcelona voltam-se a juntar no Santiago Bernabéu, desta vez para disputar a primeira mão dos quartos-de-final da Taça do Rei.
O Real Madrid de José Mourinho defende o título (no ano passado, venceu a competição, precisamente perante o emblema "blaugrana") e joga em casa, mas espera-se uma boa réplica do arqui-rival Barcelona. Apesar da convocatória de Ricardo Carvalho, Pepe e Fábio Coentrão, Cristiano Ronaldo deverá ser, mais uma vez, o português em foco, voltando aos já habituais duelos com Messi, em busca do título de melhor futebolista do mundo.
Hoje, Real Madrid e Barcelona voltam-se a juntar no Santiago Bernabéu, desta vez para disputar a primeira mão dos quartos-de-final da Taça do Rei.
O Real Madrid de José Mourinho defende o título (no ano passado, venceu a competição, precisamente perante o emblema "blaugrana") e joga em casa, mas espera-se uma boa réplica do arqui-rival Barcelona. Apesar da convocatória de Ricardo Carvalho, Pepe e Fábio Coentrão, Cristiano Ronaldo deverá ser, mais uma vez, o português em foco, voltando aos já habituais duelos com Messi, em busca do título de melhor futebolista do mundo.
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Barça continua na perseguição
Barcelona 4-2 Bétis
O jogo não se adivinhava muito fácil, mas também não se aguardava uma exibição tão bem conseguida por parte do Bétis.
Os primeiros 10 minutos de jogo foram muito interessantes, com os forasteiros a darem um ar da sua graça, fazendo tremer a defesa "blaugrana". No entanto a eficácia dos visitados ficou bem patente aos 12 minutos, Aléxis Sánchez faz um passe a rasgar a defensiva do Bétis, Fábregas recebe o passe, isola-se e remata ao poste, na recarga Xavi aponta o primeiro golo da noite. Tudo ficou mais fácil quando, aos 14 minutos, a turma de Guardiola aumenta a vantagem para dois golos, desta feita foi Messi, de novo com Aléxis na jogada. Porém os Andaluzes não desistiram, com Ruben Castro, aos 32 minutos, a reduzir a desvantagem. Aos 52 minutos, Santa Cruz, acabado de entrar, empata o jogo. O descalabro dos visitantes começou aos 70 minutos, o defesa mário é expulso e facilita a vida aos "culé". Os golos restantes foram apontados por Aléxis e Messi (de penálti).
O jogo não se adivinhava muito fácil, mas também não se aguardava uma exibição tão bem conseguida por parte do Bétis.
Os primeiros 10 minutos de jogo foram muito interessantes, com os forasteiros a darem um ar da sua graça, fazendo tremer a defesa "blaugrana". No entanto a eficácia dos visitados ficou bem patente aos 12 minutos, Aléxis Sánchez faz um passe a rasgar a defensiva do Bétis, Fábregas recebe o passe, isola-se e remata ao poste, na recarga Xavi aponta o primeiro golo da noite. Tudo ficou mais fácil quando, aos 14 minutos, a turma de Guardiola aumenta a vantagem para dois golos, desta feita foi Messi, de novo com Aléxis na jogada. Porém os Andaluzes não desistiram, com Ruben Castro, aos 32 minutos, a reduzir a desvantagem. Aos 52 minutos, Santa Cruz, acabado de entrar, empata o jogo. O descalabro dos visitantes começou aos 70 minutos, o defesa mário é expulso e facilita a vida aos "culé". Os golos restantes foram apontados por Aléxis e Messi (de penálti).
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Equipa do ano recheada de "merengues" e "blaugranas"
Cinco jogadores do Barcelona e quatro do Real Madrid figuram no onze do ano da FIFA. Destaque para a presença do português Ronaldo na lista. Ricardo Carvalho, Pepe e Nani também estavam nomeados, mas não acabaram por ser selecionados.
Onze do ano: Casillas (Real Madrid); Daniel Alves (Barcelona), Piqué (Barcelona), Vidic (Man. United) e Sergio Ramos (Real Madrid); Iniesta (Barcelona), Xavi (Barcelona), Xabi Alonso (Real Madrid); Ronaldo (Real Madrid), Rooney (Man. United) e Messi (Barcelona).
Onze do ano: Casillas (Real Madrid); Daniel Alves (Barcelona), Piqué (Barcelona), Vidic (Man. United) e Sergio Ramos (Real Madrid); Iniesta (Barcelona), Xavi (Barcelona), Xabi Alonso (Real Madrid); Ronaldo (Real Madrid), Rooney (Man. United) e Messi (Barcelona).
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Guardiola é o treinador do ano
O técnico do Barcelona venceu a Bola de Ouro para melhor treinador de 2011, entregue pela FIFA e pela revista "France Football", sucedendo a José Mourinho.
Pep Guardiola vê recompensadas as conquistas na Liga dos Campeões, Liga espanhola, Supertaça de Espanha, Supertaça europeia e Mundial de Clubes. O treinador espanhol supera assim Alex Ferguson (2º) e Mourinho (3º). Na hora dos agradecimentos, o catalão agradeceu a... Mourinho e Sir Alex Ferguson.
Pep Guardiola vê recompensadas as conquistas na Liga dos Campeões, Liga espanhola, Supertaça de Espanha, Supertaça europeia e Mundial de Clubes. O treinador espanhol supera assim Alex Ferguson (2º) e Mourinho (3º). Na hora dos agradecimentos, o catalão agradeceu a... Mourinho e Sir Alex Ferguson.
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Lionel Messi vence Bola de Ouro
Cristiano Ronaldo ficou no segundo lugar, enquanto que o médio do Barcelona, Xavi, completou o pódio.
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Barcelona escorrega em dérbi catalão
Espanyol 1-1 Barcelona
O FC Barcelona entrava para o derby catalão perante o Espanyol já a saber que o Real Madrid tinha goleado o seu oponente no dia anterior. De qualquer maneira, os "culés" não foram além de um empate no terreno do Espanhol de Barcelona e, deixam assim fugir os "merengues" na tabela classificativa da Liga Espanhol, com 5 pontos de vantagem.
Relativamente ao jogo, e de forma surpreendente, foram os da casa que começaram a atacar, criando imenso perigo junto à baliza de Victor Valdés. Porém, a partir dos 10 minutos, o sentido do jogo alterou-se, passando a ser o Barcelona a ter as despesa do jogo. Foi neste tónico que por volta dos 16 minutos os "blaugrana" se vêem na frente do marcador, Dani Alves cruza e Fábregas, com um cabeceamento fulminante, coloca os forasteiros em vantagem. Até ao término do 1º tempo foram no entanto os "periquitos" a criar mais situações de perigo, principalmente pelo atacante Sergio García. Na etapa complementar o jogo tornou-se mais fraco em qualidade, tornando-se muito tático. Repentinamente, sem que nada o fizesse prever, Álvaro Vázquez empata o jogo, bom centro de Rodríguez, sofre um ressalto e o médio aponta mesmo o empate. Em cima dos 90', falhanço inacreditável coletivo do Barça, a bola bate por duas ocasiões no poste e no meio da confusão ainda fica um penálti por marcar a favor da equipa de Pep Guardiola. Terá o Real Madrid vida mais facilitada a partir deste momento?
O FC Barcelona entrava para o derby catalão perante o Espanyol já a saber que o Real Madrid tinha goleado o seu oponente no dia anterior. De qualquer maneira, os "culés" não foram além de um empate no terreno do Espanhol de Barcelona e, deixam assim fugir os "merengues" na tabela classificativa da Liga Espanhol, com 5 pontos de vantagem.Relativamente ao jogo, e de forma surpreendente, foram os da casa que começaram a atacar, criando imenso perigo junto à baliza de Victor Valdés. Porém, a partir dos 10 minutos, o sentido do jogo alterou-se, passando a ser o Barcelona a ter as despesa do jogo. Foi neste tónico que por volta dos 16 minutos os "blaugrana" se vêem na frente do marcador, Dani Alves cruza e Fábregas, com um cabeceamento fulminante, coloca os forasteiros em vantagem. Até ao término do 1º tempo foram no entanto os "periquitos" a criar mais situações de perigo, principalmente pelo atacante Sergio García. Na etapa complementar o jogo tornou-se mais fraco em qualidade, tornando-se muito tático. Repentinamente, sem que nada o fizesse prever, Álvaro Vázquez empata o jogo, bom centro de Rodríguez, sofre um ressalto e o médio aponta mesmo o empate. Em cima dos 90', falhanço inacreditável coletivo do Barça, a bola bate por duas ocasiões no poste e no meio da confusão ainda fica um penálti por marcar a favor da equipa de Pep Guardiola. Terá o Real Madrid vida mais facilitada a partir deste momento?
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domingo, 18 de dezembro de 2011
Barcelona vence Mundial de Clubes
Santos 0-4 Barcelona
O Barcelona dominou toda a final do Mundial de Clubes (acabaram o jogo com 71 por cento de posse de bola) e conquistou o seu segundo título intercontinental no Japão. Os espanhóis foram demasiado fortes e rubricaram quatro golos sem resposta.
Os catalães foram superiores desde o minuto inicial (tal como Neymar referiu na flash-interview, o Santos hoje «aprendeu a jogar futebol»), apresentando uma maior intensidade de jogo, mesmo com a pressão santista, e Messi, à passagem do minuto 16, abriu o marcador. Os brasileiros iam-se fatigando cada vez mais durante o decorrer do jogo, diminuindo a sua influência defensiva, e Xavi fez o 2-0 aos 23 minutos. Já perto do intervalo, Fàbregas marcou mais um. A nove minutos do fim da partida, Messi bisou e fechou o resultado. Até ao fim da partida, registaram-se inúmeras ocasiões para um acréscimo da vantagem dos representantes da UEFA.
Em suma, um confronto desigual. Dum lado, uma equipa mais experiente, com melhores jogadores e que conseguiu manter sempre a mesma toada de jogo. Do outro, um Santos frágil e que não esperava tantas dificuldades promovidas pela turma de Guardiola.
No jogo de atribuição do terceiro lugar, o Al-Sadd derrotou o Kashiwa Reysol nas grandes penalidades (5-3), após um empate a zero no tempo regulamentar.
MVP - Messi: Bisou, brilhou e teve pormenores técnicos incríveis. Derrotou claramente Neymar no duelo com o astro brasileiro. Messi é imparável...
Xavi e Thiago: Os dois homens do meio-campo ofensivo "blaugrana" exibiram-se a alto nível. Esta pode ter sido a competição de afirmação do jovem Thiago que pode ter ganho um lugar no onze inicial catalão (esteve melhor que Fàbregas).
Daniel Alves: Ofereceu muita intensidade ao lado direito do ataque dos espanhóis.
Neymar: Foi o mais inconformado dos jogadores do Santos. Espalhou classe por Yokohama, oferecendo muitas dores de cabeça aos defesas catalães.
O Barcelona dominou toda a final do Mundial de Clubes (acabaram o jogo com 71 por cento de posse de bola) e conquistou o seu segundo título intercontinental no Japão. Os espanhóis foram demasiado fortes e rubricaram quatro golos sem resposta.Os catalães foram superiores desde o minuto inicial (tal como Neymar referiu na flash-interview, o Santos hoje «aprendeu a jogar futebol»), apresentando uma maior intensidade de jogo, mesmo com a pressão santista, e Messi, à passagem do minuto 16, abriu o marcador. Os brasileiros iam-se fatigando cada vez mais durante o decorrer do jogo, diminuindo a sua influência defensiva, e Xavi fez o 2-0 aos 23 minutos. Já perto do intervalo, Fàbregas marcou mais um. A nove minutos do fim da partida, Messi bisou e fechou o resultado. Até ao fim da partida, registaram-se inúmeras ocasiões para um acréscimo da vantagem dos representantes da UEFA.
Em suma, um confronto desigual. Dum lado, uma equipa mais experiente, com melhores jogadores e que conseguiu manter sempre a mesma toada de jogo. Do outro, um Santos frágil e que não esperava tantas dificuldades promovidas pela turma de Guardiola.
No jogo de atribuição do terceiro lugar, o Al-Sadd derrotou o Kashiwa Reysol nas grandes penalidades (5-3), após um empate a zero no tempo regulamentar.
MVP - Messi: Bisou, brilhou e teve pormenores técnicos incríveis. Derrotou claramente Neymar no duelo com o astro brasileiro. Messi é imparável...
Xavi e Thiago: Os dois homens do meio-campo ofensivo "blaugrana" exibiram-se a alto nível. Esta pode ter sido a competição de afirmação do jovem Thiago que pode ter ganho um lugar no onze inicial catalão (esteve melhor que Fàbregas).
Daniel Alves: Ofereceu muita intensidade ao lado direito do ataque dos espanhóis.
Neymar: Foi o mais inconformado dos jogadores do Santos. Espalhou classe por Yokohama, oferecendo muitas dores de cabeça aos defesas catalães.
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Agora que venha o Santos
Al Sadd 0-4 Barcelona
No Yokohama International Stadium, o Barcelona carimbou a passsagem à final do Campeonato do Mundo de Clubes, onde irá medir forças com os brasileiros do Santos. Relativamente ao jogo, aos 24 minutos da partida, Adriano consegue marcar, aproveitando uma oferta do guardião do Al Sadd. Os "blaugrana" continuaram a atacar e por volta dos 34 minutos, David Villa vê um golo anulado. Os espanhóis não se deixaram abater e aos 42' Adriano volta a faturar. Keita aos 64 minutos apontou o 3º golo dos "culés", beneficiando de um excelente passe de Messi. 81' e o golo de Maxwell, que mostrou que ainda está "vivo", dando um recado aos dirigentes do Barcelona. No cômputo geral, os "blaugrana" fizeram por merecer a vitória, num jogo que ficou ensombrado pelas lesões de Alexis e de Villa.
No Yokohama International Stadium, o Barcelona carimbou a passsagem à final do Campeonato do Mundo de Clubes, onde irá medir forças com os brasileiros do Santos. Relativamente ao jogo, aos 24 minutos da partida, Adriano consegue marcar, aproveitando uma oferta do guardião do Al Sadd. Os "blaugrana" continuaram a atacar e por volta dos 34 minutos, David Villa vê um golo anulado. Os espanhóis não se deixaram abater e aos 42' Adriano volta a faturar. Keita aos 64 minutos apontou o 3º golo dos "culés", beneficiando de um excelente passe de Messi. 81' e o golo de Maxwell, que mostrou que ainda está "vivo", dando um recado aos dirigentes do Barcelona. No cômputo geral, os "blaugrana" fizeram por merecer a vitória, num jogo que ficou ensombrado pelas lesões de Alexis e de Villa.
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domingo, 11 de dezembro de 2011
Poderio catalão e inferioridade madrilena
Real Madrid 1-3 Barcelona
O Barcelona controlou o fluído de jogo merengue em pleno Santiago Bernabéu e saiu do reduto do arqui-rival com uma vitória. Mesmo com o golo madrugador do Real Madrid, o "tiki-taka" dos catalães sobressaiu, permitindo à turma de Guardiola brilhar quando menos se esperava.
O jogo começou com um erro infantil de Valdes e, no seguimento da jogada, o francês Karim Benzema não teve dificuldades em abrir o marcador ao minuto 1. O Barça cresceu, tornou-se mais aguerrido e, após uma grande jogada individual do mesmo, Lionel Messi provocou uma grande defesa de Casillas. À meia-hora de jogo, Messi criou do nada uma ocasião de perigo, deu em Alexis Sanchéz que rematou para o fundo das redes adversárias. Já no decorrer do segundo tempo, Xavi concretizou a reviravolta do resultado. O Real Madrid ia falhando as suas oportunidades, enquanto o Barcelona dominava e marcava. Messi arrancou, deu na direita em Daniel Alves (que na altura jogava a extremo),o lateral brasileiro cruzou e Cesc Fàbregas cabeceou sem hipóteses para Casillas. O Barça geriu o jogo até fim, não permitindo aos madrilenos chegarem perto da grande área dos catalães.
MVP - Barcelona: Pela primeira vez nesta vez, não iremos nomear um jogador propriamente dito como melhor em campo. Desta vez, temos que eleger o conjunto catalão que controlou o caudal de jogo madrileno, atacando de forma efetiva com o famoso "tiki-taka".
Cristiano Ronaldo: O extremo português, como é normal nos grandes jogos, não se conseguiu salientar. Não criou ocasiões de golo efetivas, passando ao lado da partida.
Casillas: O guarda-redes dos merengues exibiu-se a grande nível, impedindo uma goleada orquestrada pelos catalães.
Messi: Criou dois dos golos da sua equipa e esteve muito perto de marcar outro, após uma grande jogada individual. O baixo nível físico impediu-o de ser mais decisivo.
Daniel Alves: Acabou a jogar a extremo, tal a sua influência no ataque "blaugrana". Fez uma assistência, dando muito trabalho à defensiva madrilena.
O Barcelona controlou o fluído de jogo merengue em pleno Santiago Bernabéu e saiu do reduto do arqui-rival com uma vitória. Mesmo com o golo madrugador do Real Madrid, o "tiki-taka" dos catalães sobressaiu, permitindo à turma de Guardiola brilhar quando menos se esperava.
O jogo começou com um erro infantil de Valdes e, no seguimento da jogada, o francês Karim Benzema não teve dificuldades em abrir o marcador ao minuto 1. O Barça cresceu, tornou-se mais aguerrido e, após uma grande jogada individual do mesmo, Lionel Messi provocou uma grande defesa de Casillas. À meia-hora de jogo, Messi criou do nada uma ocasião de perigo, deu em Alexis Sanchéz que rematou para o fundo das redes adversárias. Já no decorrer do segundo tempo, Xavi concretizou a reviravolta do resultado. O Real Madrid ia falhando as suas oportunidades, enquanto o Barcelona dominava e marcava. Messi arrancou, deu na direita em Daniel Alves (que na altura jogava a extremo),o lateral brasileiro cruzou e Cesc Fàbregas cabeceou sem hipóteses para Casillas. O Barça geriu o jogo até fim, não permitindo aos madrilenos chegarem perto da grande área dos catalães.
MVP - Barcelona: Pela primeira vez nesta vez, não iremos nomear um jogador propriamente dito como melhor em campo. Desta vez, temos que eleger o conjunto catalão que controlou o caudal de jogo madrileno, atacando de forma efetiva com o famoso "tiki-taka".
Cristiano Ronaldo: O extremo português, como é normal nos grandes jogos, não se conseguiu salientar. Não criou ocasiões de golo efetivas, passando ao lado da partida.
Casillas: O guarda-redes dos merengues exibiu-se a grande nível, impedindo uma goleada orquestrada pelos catalães.
Messi: Criou dois dos golos da sua equipa e esteve muito perto de marcar outro, após uma grande jogada individual. O baixo nível físico impediu-o de ser mais decisivo.
Daniel Alves: Acabou a jogar a extremo, tal a sua influência no ataque "blaugrana". Fez uma assistência, dando muito trabalho à defensiva madrilena.
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sábado, 10 de dezembro de 2011
Duelo entre reis
Real Madrid vs. Barcelona (21:00 - Sport TV)
Hoje disputa-se no Santiago Bernabéu aquele jogo que faz para o mundo. Um Real Madrid vs. Barcelona é, aproveitando o lema do Barça, mais que um simples jogo de futebol. É um duelo de ideologias políticas (os madrilenos lutam por uma Espanha unificada, enquanto que os catalães esperam por uma oportunidade de se tornarem independentes), é uma batalha entre as duas maiores regiões de um país com uma rivalidade impressionante e é, finalmente, a partida que mete frente-a-frente as duas melhores equipas do mundo, os dois melhores treinadores do mundo e os dois melhores jogadores do mundo.
No Real Madrid, líder da Liga espanhola, José Mourinho voltou a conceder o seu lugar na conferência de imprensa ao seu adjunto Aitor Karanka. Karanka admitiu que não irá alterar nada na equipa, destacando a boa-forma da equipa e a vontade de juntar mais três pontos (se isso se suceder, passará a existir um fosso de nove pontos entre os dois aqui-rivais). Ainda houve tempo para o adjunto dos "merengues" desvendar um pouco do onze madrileno: «Vamos jogar em 4-3-3, com Ronaldo e Di Mária nas alas e Benzema ou Higuaín na frente. Já no meio-campo temos várias opções e isso é importante». No Barcelona, após uma prudente conferência de imprensa de Guardiola, não se deverão registar surpresas de maior, quer no onze, quer na mentalidade para "El Clásico". Quem sairá vencedor do Santiago Bernabéu?
Hoje disputa-se no Santiago Bernabéu aquele jogo que faz para o mundo. Um Real Madrid vs. Barcelona é, aproveitando o lema do Barça, mais que um simples jogo de futebol. É um duelo de ideologias políticas (os madrilenos lutam por uma Espanha unificada, enquanto que os catalães esperam por uma oportunidade de se tornarem independentes), é uma batalha entre as duas maiores regiões de um país com uma rivalidade impressionante e é, finalmente, a partida que mete frente-a-frente as duas melhores equipas do mundo, os dois melhores treinadores do mundo e os dois melhores jogadores do mundo.
No Real Madrid, líder da Liga espanhola, José Mourinho voltou a conceder o seu lugar na conferência de imprensa ao seu adjunto Aitor Karanka. Karanka admitiu que não irá alterar nada na equipa, destacando a boa-forma da equipa e a vontade de juntar mais três pontos (se isso se suceder, passará a existir um fosso de nove pontos entre os dois aqui-rivais). Ainda houve tempo para o adjunto dos "merengues" desvendar um pouco do onze madrileno: «Vamos jogar em 4-3-3, com Ronaldo e Di Mária nas alas e Benzema ou Higuaín na frente. Já no meio-campo temos várias opções e isso é importante». No Barcelona, após uma prudente conferência de imprensa de Guardiola, não se deverão registar surpresas de maior, quer no onze, quer na mentalidade para "El Clásico". Quem sairá vencedor do Santiago Bernabéu?
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domingo, 4 de dezembro de 2011
Liga Espanhola: Barcelona e Real goleiam
Barcelona 5-0 Levante: Os pupilos de Guardiola orquestraram uma "manita" antes do clássico frente ao Real Madrid. Como é habitual no Camp Nou, os catalães mostraram consistência de jogo e marcaram o primeiro aos cinco minutos por intermédio do espanhol Cesc Fàbregas. O ex-Arsenal bisou mais tarde e Cuenca fez o 3-0. Lionel Messi marcou mais um no segundo tempo, voltando a confirmar o estatuto de melhor do mundo. Alexis Sanchéz marcou o último à passagem do minuto 61. Como se explica os desaires ao jogar fora da equipa de Guardiola que, quando joga em casa, mostra bom futebol?
Sporting Gijón 0-3 Real Madrid: O Real Madrid garantiu o primeiro lugar antes do grande clássico, goleando o Sporting de Gijón. Como visitante, a equipa de José Mourinho mostrou-se muito agressiva e chegou facilmente ao golo. Aos 34 minutos, Di Mária fez o primeiro. O português Cristiano Ronaldo voltou a faturar e Marcelo fechou o resultado já nos descontos. Em suma, mais uma exibição personalizada do Real que parece focado em vencer tudo este ano. Será que os "merengues" estão preparados para derrotar o "tiki-taka" do arqui-rival Barcelona?
Sporting Gijón 0-3 Real Madrid: O Real Madrid garantiu o primeiro lugar antes do grande clássico, goleando o Sporting de Gijón. Como visitante, a equipa de José Mourinho mostrou-se muito agressiva e chegou facilmente ao golo. Aos 34 minutos, Di Mária fez o primeiro. O português Cristiano Ronaldo voltou a faturar e Marcelo fechou o resultado já nos descontos. Em suma, mais uma exibição personalizada do Real que parece focado em vencer tudo este ano. Será que os "merengues" estão preparados para derrotar o "tiki-taka" do arqui-rival Barcelona?
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quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Barcelona volta às vitórias
Barcelona 4-0 Rayo Vallecano
O Barça recebeu e derrotou o Rayo Vallecano numa partida antecipada da 17ª jornada da Liga Espanhola, deixando uma boa réplica no Camp Nou. Os pupilos de Pep Guardiola voltaram a mostrar que continuam a praticar melhor futebol que o arqui-rival Real Madrid quando jogam em casa (fora têm um registo quase desastroso). O Barcelona dominou a partida e venceu sem dificuldade. O extremo chileno Alexis Sanchéz bisou, David Villa também faturou e Lionel Messi adicionou mais um golo à sua conta. Será que o Barcelona ainda poderá relançar a época e ser campeão?
O Barça recebeu e derrotou o Rayo Vallecano numa partida antecipada da 17ª jornada da Liga Espanhola, deixando uma boa réplica no Camp Nou. Os pupilos de Pep Guardiola voltaram a mostrar que continuam a praticar melhor futebol que o arqui-rival Real Madrid quando jogam em casa (fora têm um registo quase desastroso). O Barcelona dominou a partida e venceu sem dificuldade. O extremo chileno Alexis Sanchéz bisou, David Villa também faturou e Lionel Messi adicionou mais um golo à sua conta. Será que o Barcelona ainda poderá relançar a época e ser campeão?
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