Gil Vicente 3-1 FC Porto
O FC Porto perdeu em Barcelos e quebrou uma série de 55 jogos sem perder na Liga. Além do mais, o emblema azul e branco viu a sua distância pontual para o Benfica alargada para 5 pontos.
Os gilistas, mais eficazes durante todo o jogo, chegaram à vantagem por intermédio do central Cláudio, que saltou mais alto que os defesas portistas, cabeceando para o fundo das redes de Helton. O Porto ia tentando realizar um ataque continuado, mas os minhotos iam causando mais perigo no contra-ataque. Já perto do fim do primeiro tempo, o mesmo Cláudio bisou, através da conversão de uma grande penalidade, aumentando as preocupações dos dragões.
A etapa complementar inicou-se com mais um golo dos da casa. Aos 52 minutos, André Cunha, depois de uma boa jogada individual, fez o 3-0. À passagem do minuto 76, Varela diminuiu a vantagem da equipa de Barcelos com um remate colocado, já dentro da grande área azul e branca. Até fim, o FC Porto tentou chegar à vantagem, mas a exibição do guardião dos visitados, Adriano, foi demasiado boa...
MVP - Cláudio: O camisola 44 dos gilistas bisou, mostrou-se tranquilo defensivamente e voltou a mostrar o porquê de, aos 34 anos, estar a ser uma das revelações da temporada.
Adriano: O guardião do Gil Vicente rubricou uma fantástica exibição. Nos últimos 20 minutos, efetuou um par de grande defesas, além de ter feito algumas outras paradas de bom nível. Sem culpas no golo portista.
Belluschi: O médio argentino entrou e o jogo da sua equipa alterou-se por completo. Apresentou-se muito criativo e fez a assistência para o golo de Varela.
Varela: Foi, porventura, o elemento mais preponderante no jogo dos dragões. Marcou o único golo da turma de Vítor Pereira e, tal como o seu técnico referiu, promete fazer uma 2ª grande volta.
domingo, 29 de janeiro de 2012
Projeto de futuro no Marcolino Castro
Ontem, frente ao Benfica e num renovado Estádio Marcolino Castro, voltou a ficar bem patente que, atualmente, o Feirense constitui um bom projeto de futuro. O 12º lugar do emblema de Santa Maria da Feira não é fantástico, mas as exibições dos "fogaceiros", principalmente perante os "grandes", têm impressionado o mais cético adepto.
O técnico Quim Machado e a direção dos "azuis da Feira" montaram um projeto realista, com um orçamento baixo de forma a manter as contas em dia e que, mesmo assim, deu para conquistar a subida na temporada passada. Com cerca de 60% de portugueses nas suas fileiras, o Feirense é a equipa mais lusa da Primeira Liga e não é por isso que não possui jogadores de qualidade. Aliás, os futebolistas mais talentosos do clube são mesmo portugueses: o veterano guardião Paulo Lopes, o médio Hugo Cunha e o extremo Ludovic. Este Feirense aguerrido e pragmático está pronto para outros voos...
Francisco Cunha
O técnico Quim Machado e a direção dos "azuis da Feira" montaram um projeto realista, com um orçamento baixo de forma a manter as contas em dia e que, mesmo assim, deu para conquistar a subida na temporada passada. Com cerca de 60% de portugueses nas suas fileiras, o Feirense é a equipa mais lusa da Primeira Liga e não é por isso que não possui jogadores de qualidade. Aliás, os futebolistas mais talentosos do clube são mesmo portugueses: o veterano guardião Paulo Lopes, o médio Hugo Cunha e o extremo Ludovic. Este Feirense aguerrido e pragmático está pronto para outros voos...
Francisco Cunha
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Paços e Olhanense em grande
Vit. Setúbal 2-3 Olhanense: Vitória de Setúbal e Olhanense reservaram-nos uma verdadeira festa de futebol, com golos, reviravoltas e futebol, muito futebol. Logo aos três minutos, os sadinos adiantam-se no marcador. O recém-chegado Meyong converte da melhor forma uma grande penalidade cometida por Toy sobre João Silva. Este golo apenas serviu para abrir o apetite aos visitados, e aos 9 minutos, Fernando Alexandre faz auto-golo, e deixa o Vitória com uma vantagem confortável. Mas o Olhanense não arredou pé e, aos 22 minutos, reduz a desvantagem para 2-1, com golo de Yontcha. A forma como o duelo estava a decorrer teria de premiar a turma de Olhão. E foi mesmo isso que se sucedeu, com Yontcha, de novo, a bater o guardião do Vitória, empatando as contas do jogo. A partida ficou emocionante, com ambas as equipas a fazerem de tudo para recolher três pontos tão importantes na luta pela permanência. A fava saíria para o lado de Sérgio Conceição, já que aos 78 minutos, Ismaily conclui a reviravolta, com assistência de Vasco Fernandes. Resultado que deixa o conjunto de Conceição em boa posição para assegurar a premanência.União de Leiria 2-4 Paços de Ferreira: A partida entre União de Leiria teve os mesmos condimentos do jogo atrás referido: golos, reviravoltas e muito futebol. Ogu, logo aos 7 minutos, colocou os de casa em vantagem, após passe de Obradovic. O Paços tinha de correr atrás do prejuízo, mas Manuel José não sentiu pressão, colocando a sua equipa empatada, com golo aos 25 minutos. Três minutos volvidos, o mesmo interveniente volta a fazer das suas com mais um golo. Mais tarde Ogu bisaria (45 minutos) e Michel, na segunda parte também marcaria em dose dupla. Resultado que liberta o Paços da linha de água.
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Capitão América acaba com o pesadelo
Sporting 2-0 Beira-Mar
O Sporting garantiu a primeira vitória em 2012, apesar de manter ainda um invulgar 4º lugar e até poderá descer para 5º, caso o Marítimo vença o Braga amanhã. Perante os seus adeptos, a turma de Domingos Paciência manteve sempre o controlo do jogo, sem brilhar, fazendo valer de dois golos de Onyewu para garantir a vitória.
Os leões voltaram a mostrar-se fortes nas bolas paradas e, aos 18 minutos, Onyewu cabeceou para o fundo das redes adversárias, após a marcação de canto. O defesa americano só precisou de 10 minutos para voltar a faturar. Na sequência de um livre batido por Capel, o camisa 5 do emblema verde e branco não teve dificuldades em fazer mais um. Por sua vez, o Beira-Mar apresentou uma boa réplica ao futebol dos lisboetas, tendo visto dois dos seus remates a embater no ferro da baliza dos da casa. Em suma, um resultado justo num jogo um tanto desinteressante e que serviu para levantar os ânimos da equipa de Alvalade.
MVP -Onyewu: O defesa-central de 29 anos voltou a marcar, desta vez por duas ocasiões. Já começa a ser um hábito ver o internacional norte-americano a fazer a diferença em Alvalade.
Matías Fernández: Grande exibição do criativo chileno. Pautou todo o jogo leonino, destacando-se na hora de circular a bola pelas quatro linhas.
Carrillo: O jovem extremo peruano, apesar de se ter agarrado muito à bola, conseguiu desequilibrar, sendo o elemento mais no tridente atacante da sua equipa.
Ribas: O novo avançado do Sporting começou a mostrar-se no jogo de hoje. Com bons pormenores, percebe-se que ainda não está entrosado na formação leonina.
Renato Neto: Foi o pior elemento dos leões. Muito "trapalhão", perdeu diversas vezes a bola, apresentando mais uma vez má qualidade de passe.
O Sporting garantiu a primeira vitória em 2012, apesar de manter ainda um invulgar 4º lugar e até poderá descer para 5º, caso o Marítimo vença o Braga amanhã. Perante os seus adeptos, a turma de Domingos Paciência manteve sempre o controlo do jogo, sem brilhar, fazendo valer de dois golos de Onyewu para garantir a vitória.
Os leões voltaram a mostrar-se fortes nas bolas paradas e, aos 18 minutos, Onyewu cabeceou para o fundo das redes adversárias, após a marcação de canto. O defesa americano só precisou de 10 minutos para voltar a faturar. Na sequência de um livre batido por Capel, o camisa 5 do emblema verde e branco não teve dificuldades em fazer mais um. Por sua vez, o Beira-Mar apresentou uma boa réplica ao futebol dos lisboetas, tendo visto dois dos seus remates a embater no ferro da baliza dos da casa. Em suma, um resultado justo num jogo um tanto desinteressante e que serviu para levantar os ânimos da equipa de Alvalade.
MVP -Onyewu: O defesa-central de 29 anos voltou a marcar, desta vez por duas ocasiões. Já começa a ser um hábito ver o internacional norte-americano a fazer a diferença em Alvalade.
Matías Fernández: Grande exibição do criativo chileno. Pautou todo o jogo leonino, destacando-se na hora de circular a bola pelas quatro linhas.
Carrillo: O jovem extremo peruano, apesar de se ter agarrado muito à bola, conseguiu desequilibrar, sendo o elemento mais no tridente atacante da sua equipa.
Ribas: O novo avançado do Sporting começou a mostrar-se no jogo de hoje. Com bons pormenores, percebe-se que ainda não está entrosado na formação leonina.
Renato Neto: Foi o pior elemento dos leões. Muito "trapalhão", perdeu diversas vezes a bola, apresentando mais uma vez má qualidade de passe.
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Craques de Amanhã: Ludovic
Ludovic debuta no Feirense, mas a sua qualidade é incontestável. O extremo de 21 anos nasceu em Paris, porém é já internacional sub-21 pela seleção portuguesa. Ambidestro, impressiona pela velocidade estonteante, pela qualidade técnica, pela inteligência tática nas desmarcações e pela raça com que se entrega a cada lance.
O jogador mais interessante dos "fogaceiros" tem evoluído a olhos vistos desde que chegou à primeira divisão portuguesa e perspetiva-se que, em breve, chegue a um clube com outras ambições de forma a poder evoluir de forma mais consequente. Está ali um bom valor luso.
Nota Final: 14/20
O jogador mais interessante dos "fogaceiros" tem evoluído a olhos vistos desde que chegou à primeira divisão portuguesa e perspetiva-se que, em breve, chegue a um clube com outras ambições de forma a poder evoluir de forma mais consequente. Está ali um bom valor luso.
Nota Final: 14/20
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sábado, 28 de janeiro de 2012
Reviravolta sofrida
Feirense 1-2 Benfica
Em Santa Maria da Feira, com estádio cheio (apesar dos bilhetes a 60 euros), o Benfica teve de sofrer para vencer um Feirense aguerrido, que ofereceu uma bela réplica aos líderes do campeonato.
Os forasteiros entraram melhor na partida, mas foi cedo que os visitados se mostraram com vontade de criar perigo junto da baliza de Artur. Ao quarto de hora de jogo, Diogo Cunha, com um remato um tanto caricato, acertou na trave dos encarnados. Já perto do fim do primeiro tempo, Rodrigo cabeceou para uma grande defesa de Paulo Lopes, após uma boa combinação entre Axel Witsel e Maxi Pereira.
A formação de Quim Machado entrou com um futebol mais fluido para a etapa complementar e, aproveitando um Benfica apático nos minutos iniciais do segundo tempo, abriu o ativo, por intermédio de Varela que, depois de um canto para os da casa, subiu mais alto que os demais. Pouco tempo depois, o mesmo Varela fez um auto-golo e deu o mote para a vitória das águias. Aos 73 minutos, de novo Varela: o defesa do Feirense cometeu falta sobre Rodrigo dentro da sua grande área. O árbitro Rui Costa apontou para a marca dos 11 metros. Na hora do castigo máximo, o paraguaio Cardozo não falhou. De salientar a queda de um painel publicitário no festejo do referido golo por parte de alguns dos adeptos benfiquistas e o consequente tombo dos mesmos. Em suma, um jogo em que o Benfica não pode dominar, não por demérito da turma de Jorge Jesus, mas sim pelo mérito dos visitados.
MVP - Paulo Lopes: O guardião do Feirense efetuou três ou quatro grandes defesas. Foi muito por causa deste veterano luso que o Feirense pôde lutar até fim pelo ponto com o Benfica.
Rodrigo: Esteve muito perto de faturar por duas ocasiões, colocando em água a cabeça da defensiva de Santa Maria da Feira. O jovem hispano-brasileiro é, cada vez mais, um caso sério.
Witsel: Jogando nas costas de Aimar, foi excelente. Jogando como "10", foi... excelente. Para o belga, não interessa a posição que ocupa, já que a sua classe inconfundível fica sempre bem patente em qualquer partida dos encarnados.
Ludovic: O extremo português do Feirense foi o elemento mais esclarecido do tridente de ataque da formação de Quim Machado, provocando grandes dificuldades a Emerson.
Em Santa Maria da Feira, com estádio cheio (apesar dos bilhetes a 60 euros), o Benfica teve de sofrer para vencer um Feirense aguerrido, que ofereceu uma bela réplica aos líderes do campeonato.
Os forasteiros entraram melhor na partida, mas foi cedo que os visitados se mostraram com vontade de criar perigo junto da baliza de Artur. Ao quarto de hora de jogo, Diogo Cunha, com um remato um tanto caricato, acertou na trave dos encarnados. Já perto do fim do primeiro tempo, Rodrigo cabeceou para uma grande defesa de Paulo Lopes, após uma boa combinação entre Axel Witsel e Maxi Pereira.
A formação de Quim Machado entrou com um futebol mais fluido para a etapa complementar e, aproveitando um Benfica apático nos minutos iniciais do segundo tempo, abriu o ativo, por intermédio de Varela que, depois de um canto para os da casa, subiu mais alto que os demais. Pouco tempo depois, o mesmo Varela fez um auto-golo e deu o mote para a vitória das águias. Aos 73 minutos, de novo Varela: o defesa do Feirense cometeu falta sobre Rodrigo dentro da sua grande área. O árbitro Rui Costa apontou para a marca dos 11 metros. Na hora do castigo máximo, o paraguaio Cardozo não falhou. De salientar a queda de um painel publicitário no festejo do referido golo por parte de alguns dos adeptos benfiquistas e o consequente tombo dos mesmos. Em suma, um jogo em que o Benfica não pode dominar, não por demérito da turma de Jorge Jesus, mas sim pelo mérito dos visitados.
MVP - Paulo Lopes: O guardião do Feirense efetuou três ou quatro grandes defesas. Foi muito por causa deste veterano luso que o Feirense pôde lutar até fim pelo ponto com o Benfica.
Rodrigo: Esteve muito perto de faturar por duas ocasiões, colocando em água a cabeça da defensiva de Santa Maria da Feira. O jovem hispano-brasileiro é, cada vez mais, um caso sério.
Witsel: Jogando nas costas de Aimar, foi excelente. Jogando como "10", foi... excelente. Para o belga, não interessa a posição que ocupa, já que a sua classe inconfundível fica sempre bem patente em qualquer partida dos encarnados.
Ludovic: O extremo português do Feirense foi o elemento mais esclarecido do tridente de ataque da formação de Quim Machado, provocando grandes dificuldades a Emerson.
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Nos "oitavos" com sofrimento
Queens Park Rangers 0-1 Chelsea
Em jogo a contar para os 16 avos-de-final da Taça de Inglaterra, o Chelsea conseguiu vencer em Loftus Road e seguir em frente na Taça de Inglaterra.
Numa partida nem sempre bem disputada, foi através de Mata que a partida teve brilho. Foi o espanhol que municiou o ataque do conjunto de Villas-Boas, e foi o internacional pela "roja" que apontou o único golo da partida, aos 61 minutos. Os "blues" vencem num jogo em que Fernando Torres voltou a demonstrar e a comprovar que não é o mesmo e que terá de alterar o rumo da sua carreira.
Em jogo a contar para os 16 avos-de-final da Taça de Inglaterra, o Chelsea conseguiu vencer em Loftus Road e seguir em frente na Taça de Inglaterra.Numa partida nem sempre bem disputada, foi através de Mata que a partida teve brilho. Foi o espanhol que municiou o ataque do conjunto de Villas-Boas, e foi o internacional pela "roja" que apontou o único golo da partida, aos 61 minutos. Os "blues" vencem num jogo em que Fernando Torres voltou a demonstrar e a comprovar que não é o mesmo e que terá de alterar o rumo da sua carreira.
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"Red devils" fora da taça
Liverpool 2-1 Manchester United
Em jogo a contar para os 16 avos de final da Taça de Inglaterra, foi o Liverpool a levar a melhor, rumando aos oitavos de final da Taça de Inglaterra, deixando para trás um Manchester United pouco atrevido e apático.
Logo aos 17 minutos os "red devils" ameaçaram, com Antonio Valencia, após uma excelente jogada individual, a acertar em cheio no poste. Os "reds" não baixaram os braços e, aos 21 minutos, marcaram mesmo golo, por intermédio de Daniel Agger. O dinamarquês beneficiou do enorme alvoroço na área do Manchester e apontou o primeiro golo da partida. A turma de Alex Ferguson não conseguia alcançar o empate, com jogadas sem nexo e disparatadas. No entanto foi neste tónico que o Liverpool largou a vantagem. Por volta dos 38 minutos, Ji-Sung Park empatou o jogo, muito graças a Rafael, que teve uma jogada de inspiração. A partida estava desinteressante, com um jogo pouco fluido. A determinada altura do jogo percebeu-se que a sorte iria descambar para um dos lados, mas para qual? Foi para o lado do conjunto de Kenny Dalglish. Kuyt conclui uma jogada sem brio e em que apenas três jogadores lograram tocar na bola, tendo sido um deles o guardião dos visitados, Reina.
Em jogo a contar para os 16 avos de final da Taça de Inglaterra, foi o Liverpool a levar a melhor, rumando aos oitavos de final da Taça de Inglaterra, deixando para trás um Manchester United pouco atrevido e apático. Logo aos 17 minutos os "red devils" ameaçaram, com Antonio Valencia, após uma excelente jogada individual, a acertar em cheio no poste. Os "reds" não baixaram os braços e, aos 21 minutos, marcaram mesmo golo, por intermédio de Daniel Agger. O dinamarquês beneficiou do enorme alvoroço na área do Manchester e apontou o primeiro golo da partida. A turma de Alex Ferguson não conseguia alcançar o empate, com jogadas sem nexo e disparatadas. No entanto foi neste tónico que o Liverpool largou a vantagem. Por volta dos 38 minutos, Ji-Sung Park empatou o jogo, muito graças a Rafael, que teve uma jogada de inspiração. A partida estava desinteressante, com um jogo pouco fluido. A determinada altura do jogo percebeu-se que a sorte iria descambar para um dos lados, mas para qual? Foi para o lado do conjunto de Kenny Dalglish. Kuyt conclui uma jogada sem brio e em que apenas três jogadores lograram tocar na bola, tendo sido um deles o guardião dos visitados, Reina.
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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Vitória apertada
Vit. Guimarães 1-0 Nacional
A abrir a 17ª jornada da Liga, o Vitória de Guimarães recebeu e venceu, pela margem mínimo, o Nacional da Madeira.
Num jogo abundante em grandes ocasiões de golo, Paulo Sérgio obrigou Vladan, o guardião dos insulares, a efetuar uma grande exibição no decorrer do primeiro minuto da partida. Pouco tempo depois, o nacionalista Keita cabeceou contra o poste da baliza de Nilson. O Nacional que, na primeira parte, foi a equipa mais perigosa, viu Diego Barcellos, por duas ocasiões, e novamente Keita a falharem de forma escandalosa. A partir da hora de jogo, os vimaranenses pegaram no jogo e, após falta de Danielson na área dos visitantes, foi assinalado o castigo máximo que Edgar não teve dificuldade em converter, fazendo assim o seu 9º golo nesta edição do campeonato. Esta partida ficou igualmente marcada pelo regresso às quatro linhas de Urreta, após uma prolongada lesão do extremo uruguaio emprestado pelo Benfica.
A abrir a 17ª jornada da Liga, o Vitória de Guimarães recebeu e venceu, pela margem mínimo, o Nacional da Madeira.
Num jogo abundante em grandes ocasiões de golo, Paulo Sérgio obrigou Vladan, o guardião dos insulares, a efetuar uma grande exibição no decorrer do primeiro minuto da partida. Pouco tempo depois, o nacionalista Keita cabeceou contra o poste da baliza de Nilson. O Nacional que, na primeira parte, foi a equipa mais perigosa, viu Diego Barcellos, por duas ocasiões, e novamente Keita a falharem de forma escandalosa. A partir da hora de jogo, os vimaranenses pegaram no jogo e, após falta de Danielson na área dos visitantes, foi assinalado o castigo máximo que Edgar não teve dificuldade em converter, fazendo assim o seu 9º golo nesta edição do campeonato. Esta partida ficou igualmente marcada pelo regresso às quatro linhas de Urreta, após uma prolongada lesão do extremo uruguaio emprestado pelo Benfica.
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O fantasma da Série A
Nos dias de hoje, pode-se dizer que um "fantasma" assombra o futebol italiano. Um país que outrora possuía equipas a lutar pela Liga dos Campeões ou alguns dos melhores futebolistas do mundo nas suas fileiras, vê-se agora ultrapassado pela Liga inglesa, espanhola ou alemã, além da francesa que se encontra em pleno crescimento.
Os estádios estão vazios, os grandes já não são o que eram, algo ainda mais patente desde a saída de Mourinho e poucos grandes jogadores militam na Serie A (em termos de jogadores de qualidade tremenda, apenas me vem à cabeça o nome de Ibrahimovic). Os clubes já não parecem capazes de lutar com os "tubarões" europeus (Barcelona, Real Madrid, Man. United ou Chelsea), nem sendo inseridos nesse lote. Tal acaba por se refletir na capacidade económica das equipas, que não têm aptidão para conseguir contratar as estrelas emergentes do "velho continente" (apenas a Juventus tem trabalhado neste sentido), que acabam por vender as suas "pérolas" (Pastore, Eto'o ou, em breve, Cavani). Porém, este problema suscita igualmente o crescimento e/ou ressurgimento dos clubes mais modestos, tais como o Nápoles, com Hamsik, Cavani e Lavezzi, a Udinese, com Isla e Di Natale, o Palermo, com Ilicic e Miccoli, ou o Génova, com Miguel Veloso e Palacio.
Tal tormento, reflete-se também na seleção. A "squadra azzurra" vive à sombra das suas "velhas" glórias (Buffon, Chiellini, Pirlo ou Cassano) e, apesar de ter garantido com relativa facilidade o apuramento para o Euro 2012, não figura, ao contrário do que é normal, nos candidatos à vitória da competição. Nocerino, Giovinco e Osvaldo têm sido alguns dos jovens italianos a chegarem à seleção recentemente, porém a sua qualidade não é meritória para a titularidade numa formação tão histórica como a de Prandelli.
Francisco Cunha
Os estádios estão vazios, os grandes já não são o que eram, algo ainda mais patente desde a saída de Mourinho e poucos grandes jogadores militam na Serie A (em termos de jogadores de qualidade tremenda, apenas me vem à cabeça o nome de Ibrahimovic). Os clubes já não parecem capazes de lutar com os "tubarões" europeus (Barcelona, Real Madrid, Man. United ou Chelsea), nem sendo inseridos nesse lote. Tal acaba por se refletir na capacidade económica das equipas, que não têm aptidão para conseguir contratar as estrelas emergentes do "velho continente" (apenas a Juventus tem trabalhado neste sentido), que acabam por vender as suas "pérolas" (Pastore, Eto'o ou, em breve, Cavani). Porém, este problema suscita igualmente o crescimento e/ou ressurgimento dos clubes mais modestos, tais como o Nápoles, com Hamsik, Cavani e Lavezzi, a Udinese, com Isla e Di Natale, o Palermo, com Ilicic e Miccoli, ou o Génova, com Miguel Veloso e Palacio.
Tal tormento, reflete-se também na seleção. A "squadra azzurra" vive à sombra das suas "velhas" glórias (Buffon, Chiellini, Pirlo ou Cassano) e, apesar de ter garantido com relativa facilidade o apuramento para o Euro 2012, não figura, ao contrário do que é normal, nos candidatos à vitória da competição. Nocerino, Giovinco e Osvaldo têm sido alguns dos jovens italianos a chegarem à seleção recentemente, porém a sua qualidade não é meritória para a titularidade numa formação tão histórica como a de Prandelli.
Francisco Cunha
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