domingo, 19 de fevereiro de 2012

Há goleador em Braga

Na capital do Minho mora um matador chamado Rodrigo dos Santos, mais conhecido por Lima. Ontem, marcou um "hat-trick" perante o Gil Vicente e senti uma necessidade extrema de falar deste futebolista, tantas vezes criticado por más razões (nomeadamente, pela sua lentidão).

Após ter brilhado ao serviço do Belenenses (apesar de ter descido de divisão enquanto jogava nos lisboetas) chegou aos "arsenalistas" com o estatuto de suplente de Meyong. Mas tudo mudou, logo após o play-off, referente à Liga dos Campeões, onde os bracarenses derrotaram o Sevilha. Na Andaluzia, Lima marcou três e elevou a cidade nortenha ao êxtase, tornando-se assim ídolo dessa gente tão amante do desporto-rei. Desde aí, nunca mais perdeu o estatuto de estrela nos "arcebispos".

Na minha opinião, Lima é, acima de tudo, um ponta-de-lança muito completo. O seu remate fácil e potente, o seu bom jogo aéreo, o seu excelente posicionamento e as suas interessantes desmarcações que promove no decorrer de cada partida tornam-no num goleador nato. Há quem o critique por ser alegadamente lento e que, por isso, nunca chegará a um "grande". Discordo completamente desse facto. É verdade que não se evidencia pelos seus sprints, mas as suas inteligentes movimentações táticas, que já chamaram a atenção de alguns "tubarões" europeus, permitem que o camisa 18 dos minhotos pense em jogar noutro clube com outras aspirações aos 28 anos.

Francisco Cunha

sábado, 18 de fevereiro de 2012

O tormento de Torres

Há poucos anos atrás era o melhor e mais completo ponta-de-lança do mundo, mas hoje é considerado um verdadeiro “flop”. Falamos pois de Fernando Torres. Formado no Atlético de Madrid, Torres cedo demonstrou que tinha enorme potencial e que chegaria ao topo sem ter de se esforçar muito. O Liverpool apercebeu-se dos seus dotes e apressou-se a contratá-lo, num negócio que envolveu cerca de 45 milhões de Euros. Na cidade dos Beatles, “El niño” foi somando conquistas individuais, com golos atrás de golos, mas os títulos coletivos escapuliam-lhe, sem que o espanhol pudesse fazer algo para contrariar essa “sina”. Portanto foi com agrado que aceitou uma proposta milionária endereçada pelo Chelsea. O clube londrino pagou cerca de 65 milhões de Euros, e clube da cidade banhada pelo rio Mersey não pôde rejeitar uma oferta tão tentadora. Desde logo choveram críticas e maus presságios, os jornalistas alegavam que Torres não valia tanto dinheiro, reiterando ao mesmo tempo que “el niño” nunca iria dar provas de valor suficiente para fazer esquecer os 65 Milhões de Euros. O dianteiro de 27 anos teve desde logo dificuldades em adaptar-se à maneira de pensar e de agir do antigo técnico blue, Carlo Ancelotti. Porém este ano os resultados ainda são piores, Torres tem tido oportunidade de jogar mas na prática, nada sai bem ao atacante.
A verdade é que a linha que separa o céu do Inferno é muito ténue, Fernando Torres é apenas mais uma das muitas vítimas da irregularidade do futebol, que tanto pode consagrar um jogador, como arruiná-lo logo de seguida.

Fernando Machado

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Benfica escorrega mas não cai

Zenit 3-2 Benfica
O jogo disputou-se como se previa: num relvado péssimo e onde não devia ser permitido jogar, condições atmosféricas adversas e com o Benfica a tomar conta do jogo desde muito cedo. Até aos 20 minutos do duelo nada de muito especial para contar, sem lances a merecer destaque e sem rasgos individuais a realçar, mas com uma entrada assassina de Bruno Alves sobre Rodrigo que obrigaria Jorge Jesus a retirar o hispano-brasileiro (o central português apenas levou cartão amarelo, quando o vermelho se ajustava). Aos 20 minutos, o primeiro golo encarnado. Cardozo bate um livre frontal, o guardião do Zenit (péssima exibição) defende a bola para a frente e Maxi Pereira, oportuno, coloca o Benfica em vantagem. Este golo serviu de aviso à turma russa, que a partir daí acentuou a pressão efetuada e dificultou de sobremaneira a vida às águias, que se viram obrigadas a baixar as linhas ofensivas. Foi neste tónico que os de São Petersburgo empataram a partida, com um excelente golo de Shirokov, após um cruzamento milimétrico para o pé preferencial do centro-campista. A partida tornou-se demasiado tática, com ambas as equipas a pensarem mais na contenção. Desta forma chegou o intervalo, que precederia  uma segunda parte de grande nível.

Precisamente na etapa complementar, o Zenit optou por lançar Semak a jogo, uma aposta que deu ao conjunto de Luciano Spaletti mais contacto com a bola e mais inteligência, ao invés de velocidade. As condições do relvado complicaram a tarefa de ambas as equipas, embora o mais prejudicado tenha sido inegavelmente o Benfica, que não está habituado a estas condições. Aos 70 minutos o melhor golo da partida, Semak, de calcanhar, concretiza a reviravolta, após uma jogada bem planeada pelos soviéticos. Os encarnados não desistiram e empataram mesmo, com golo de Cardozo, aos 87 minutos, depois de Zhevnov ter praticamente retirado a bola dos pés de Bruno Alves, que se preparava para afastar o perigo. No entanto um erro de Maxi deitou tudo a perder. O uruguaio pretendeu dominar a bola numa zona crítica, perdeu-a para Shirokov, e este, após regatear Artur, colocou-a dentro da baliza.

O Benfica perde, mas, o facto de ter marcado em todos os jogos até agora e de jogar na Luz são argumentos poderosíssimos. Porém não se pode subestimar o Zenit, que apostará, em Lisboa, certamente em defender bem e contra-atacar ainda melhor. Esta derrota foi exemplo do poderio e da evolução, não só do Zenit, mas também do futebol na Rússia, que demonstra que, embora haja dinheiro, não é só isso que faz a diferença, como se constatou ontem.

Fernando Machado

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Irá o Benfica sobreviver em São Petersburgo?

Outrora a cidade mais importante da Rússia, São Petersburgo prepara-se para vestir o fato de gala na receção ao Benfica. O jogo entre o Zenit e os encarnados, a contar para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões, será efetuado envolto num frio tremendo, com temperaturas previstas a rondar os 15 graus negativos. Portanto a pergunta que se impõe é a seguinte: irá o Benfica conseguir uma vantagem confortável para o duelo no Estádio Luz?

À primeira vista tudo está contra o conjunto de Jorge Jesus: as condições atmosféricas, o facto dos russos jogarem em casa, as péssimas condições do relvado, a fadiga acumulada pelos jogadores benfiquistas pela longa viagem... Porém os encarnados também possuem argumento que jogam a seu favor. Desde logo, o Zenit não efetua uma partida oficial desde dezembro, e embora tenha vindo a realizar jogos-treino, os seus jogadores nunca se apresentarão com os mesmos índices físicos dos forasteiros. Outro ponto em consideração é a experiência europeia do Benfica. Não esqueçamos que o Benfica tem no seu palmarés duas Taças dos Campeões Europeus e outras 5 finais nessa mesma competição. Quanto a baixas, se nos soviéticos Danny não poderá estar presente, no clube presidido por Luís Filipe Vieira, Javi García também não poderá dar o seu contributo nesta árdua tarefa. O último argumento favorável ás águias é o facto de efetuarem o primeiro jogo fora de portas, o que é, indelevelmente, favorável ao Benfica.

Resta-nos portanto aguardar pelas 17:00 para visualizar-mos um bom jogo de futebol, equilibrado e tecnicista. Acha que as águias poderão levar uma boa vantagem para o segundo jogo?

Fernando Machado

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Alteração no comando técnico

Em Alvalade, esta segunda-feira foi um dia absolutamente histórico. É que Domingos Paciência foi despedido pelos maus resultados obtidos, sendo substituído pelo até agora treinador dos juniores leoninos, Ricardo Sá Pinto. É certo que o técnico ex-Braga deixou o Sporting num desprestigiante 5º lugar, a 16 pontos do primeiro classificado, e eliminado da Taça da Liga, depois de ter enfrentado um grupo teoricamente fácil, porém uma "chicotada psicológica" a meio de uma temporada e antes de jogos decisivos, tanto para a Liga, como para as competições europeias (os leões defrontarão brevemente o Legia em Varsóvia), é sempre mau para uma equipa. Até no próprio caso sportinguista se pode verificar tal regra. Nem José Couceiro, nem sequer Carlos Carvalhal conseguiram mudar o rumo do emblema verde e branco depois de uma entrada no seu comando técnico no decorrer de uma época.

Por outro lado, apesar de um forte investimento, Domingos (ou a direção) não conseguiu formar um conjunto de suficiente qualidade para um clube como o Sporting. Excetuando Rinaudo, Elias, Jeffrén e Schaars, nenhum dos reforços leoninos tem qualidade para ser titular (e alguns deles para fazer parte do plantel), pelo menos por agora, numa equipa com uma história tão gloriosa com a de Alvalade. No entanto, optamos por ser politicamente corretos e damos o benefício da dúvida ao irreverente Sá Pinto.

Francisco Cunha

José Mourinho: besta ou bestial?

Controverso, influente e especial, assim se descreve José Mourinho, um dos melhores treinadores do Mundo. Mourinho incutiu, em Portugal, uma técnica há muito perdida, a dos "mind games", ou seja, jogos psicológicos que permitem começar uma partida no dia anterior ao jogo. Filho de um antigo guarda-redes, que chegou a jogar pela seleção nacional, Mourinho nunca teve muito jeito para "jogar à bola". Valeu-se porém dos conhecimentos adquiridos para ser adjunto do lendário Bobby Robson, em primeira instância no FC Porto e depois no todo-poderoso Barcelona. Em 2000, o Benfica chamou-o para treinar o seu plantel, por lá apenas esteve 11 jogos, o suficiente para demonstrar que era de facto especial. As negociações para renovar com o emblema da Luz não chegaram a bom porto e, como diria Lenine, deu um passo atrás para depois dar dois à frente. Assim foi, rumou à União de Leiria, levou a sua equipa a um campeonato memorável e foi contratado pelo FC Porto.

Na Invicta, treinou os dragões de 2002 a 2004, levando-os à eternidade ao vencer a Taça UEFA, a Champions e dois campeonatos nacionais. A seguir, viria o recém-colosso Chelsea, uma equipa que embora tivesse possibilidades financeiras, não tinha historial e não conseguia obter resultados prácticos. Com o special one tudo foi diferente: os blues passaram a jogar um futebol fluído e atrativo e os títulos apareceram sem caso. "Mou" conquistou tudo em terras de Sua Majestade, mas lá fora, e embora estivesse perto de o conseguir, nunca venceu a Liga dos Campeões. O principal responsável foi o Liverpool, que em em 2005 eliminou o Chelsea nas meias-finais. Em 2007, Roman Abramovich e o técnico português chegaram a mútuo acordo para a rescisão do contrato.

Mourinho apenas voltaria a treinar um equipa em 2008, mas voltou em grande estilo. O Inter de Milão recorreu aos seus préstimos e o special one não enjeitou a hipótese de treinar um tubarão europeu. Rumou aos milaneses e em apenas dois anos levou os nerazurri ao céu, não só pelas conquistas internas, mas também pela Champions League, ganha em 2010, ante o Bayern de Munique.

O próximo passo foi o Real Madrid, um desafio gigantesco à maneira de José Mourinho. A tarefa não se adivinhava fácil, já que o objetivo era travar o fantástico Barcelona, que somava títulos "com uma perna às costas". A primeira época não correu de feição ao treinador luso, apenas uma Taça do Rei no cartório era pouco para aquilo que Mourinho prometera realizar. Mas, e pese esta época esteja longe de terminar, Mourinho, que embora ainda não saiba como parar a máquina "blaugrana", tem mostrado que a Liga Espanhola não é um desafio impossível. Neste momento, José Mourinho tem o Real Madrid em primeiro lugar na Liga Espanhola e ainda está a disputar a Liga dos Campeões, ou seja, as competições mais queridas para o português. Nesta altura podemos afirmar que José Mário dos Santos Mourinho Félix é efetivamente um vencedor e que, quer gostamos ou não, temos de admitir que o mesmo é um dos melhores treinadores da atualidade.

Fernando Machado

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Moutinho abriu o caminho para a vitória

FC Porto 4-0 União de Leiria
O FC Porto alcançou ontem uma vitória importantíssima na perseguição efetuada ao Benfica. Numa partida em que Janko e Lucho González voltaram a ser titulares e em que Hulk regressou de lesão, a vitória apenas foi assegurada no segundo tempo.

Os dragões entraram fortes, com várias tentativas de golos, mas os remates esbarraram sempre no mesmo protagonista: Oblak. O guardião esloveno cedido pelo Benfica ao clube do Liz, realizou uma exibição muito conseguida com inúmeras defesas fundamentais para, na altura, salvar o empate. Isto na primeira parte, na segunda tudo foi bem diferente. No reatamento, Shaffer é expulso (48 minutos) e complicou a vida leiriense. De qualquer forma, o comportamento dos forsteiros foi, embora defensivo, de enaltecer. Aos 60 minutos o acontecimento que lançou os azuis e brancos para a vitória: a entrada de James. Por volta dos 66 minutos Moutinho furou a defesa da turma de Manuel Cajuda, faz um bom passe para James, e este assiste Janko, que, isolado, não teve dificuldades em apontar o primeiro golo da noite. Daqui para a frente foi um passeio, James faria o 2-0 aos 74 minutos, Álvaro Pereira, aos 86 minutos, ampliaria a vantagem, e ainda houve tempo para a estocada final, com o quarto golo portista, em cima dos 90 minutos, com assinatura de Maicon.

 Vitória justa e que volta a deixar o FC Porto com "apenas" 5 pontos de desvantagem para o Benfica, segurando os três pontos de vantagem sobre o terceiro classificado. Que venha o Manchester City.

Fernando Machado

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Rodrigo: o futuro da "roja"?

Após mais dois golos apontados num só jogo (é o seu terceiro "bis" de águia ao peito), Rodrigo conquistou os mais céticos, com uma exibição para mais tarde recordar, no jogo contra o Nacional, para a Liga Portuguesa.

Rodrigo Moreno Machado nasceu no Rio de Janeiro, Brasil, a 6 de março de 1991. Em 2010 chegou ao Benfica, oriundo do Real Madrid, por cerca de 6 milhões de euros. Porém nessa mesma temporada foi emprestado ao Bolton de Inglaterra, onde apontou 6 golos. Regressou este ano aos "encarnados", onde a pouco e pouco tem asegurado a simpatia da massa associativa da Luz, que vê nele, juntamente com Nélson Oliveira, o futuro do Benfica. Naturalizado espanhol, Rodrigo integrou o elenco da "rojita" no Mundial de sub-20 da Colômbia, em 2011, onde o dianteiro foi um dos principais goleadores. O futuro de Rodri é muitíssimo promisssor e, para já, é seguido atentamente por vários "tubarões europeus", que não enjeitam avançar para a sua contratação no mercado de transferências estival. Até lá, Rodrigo continuará, certamente, a espalhar charme pelos relvados lusos e a fazer o que mais gosta, marcar golos.

Fernando Machado

Brilho encarnado

Benfica 4-1 Nacional
Na Luz, o Benfica deu espetáculo e goleou os madeirenses do Nacional, que tentaram jogar de igual para igual perante os encarnados, tentativa essa que veio a sair frustrada.

Com Witsel a lateral-direito e Matic a render o lesionado Javi Garcia, aos 9 minutos, a 100ª vitória de Jorge Jesus ao leme das águias já parecia ser o cenário mais vulgar. Numa altura em que o Nacional ainda conseguia, de quando a quando, meter velocidade no seu jogo, Garay respondeu a um livre batido por Pablo Aimar com um cabeceamento certeiro. Daí em diante, o Benfica pegou totalmente no jogo e, com um futebol ofensivo, prático e a evidenciar os seus jogadores de grande qualidade (o plantel encarnado é, de longe, o melhor em Portugal e o 3º na Península Ibérica), iniciou um período demolidor, não dando espaço a veleidades por parte dos forasteiros. Rodrigo esteve muito perto de marcar por duas ocasiões e Cardozo rematou ao poste, mas foi à passagem do minuto 20 que o segundo golo benfiquista surgiu. Gaitán passou por quatro defesas nacionalistas, numa grande jogada individual, e deu em Cardozo que apenas teve que encostar. Aos 29 minutos, é assinalada uma grande penalidade a favor do Nacional que, diga-se de passagem, é ridícula. Consequentemente, Claudemir reduziu para a sua equipa. Já perto do intervalo, após uma bela jogada coletiva, o espanhol Nolito serviu o seu compatriota Rodrigo para o 3-1. Na etapa complementar, Rodrigo bisou através de um grande remate, surgido de um ângulo muito complicado. Pouco tempo depois, um penálti foi assinalado para os encarnados, porém Cardozo rematou por cima. Em suma, uma vitória justíssima do emblema lisboeta.

Francisco Cunha

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Sporting volta a desiludir

Marítimo 2-0 Sporting
No Caldeirão, a turma leonina voltou a perder perante o Marítimo, facto que a coloca no 5º lugar da classificação, e pode muito bem ter dito "adeus" à Liga dos Campeões. Domingos Paciência, apesar de ter sido alvo de um investimento forte, de ter tido o suporte da massa associativa e de ter ao seu dispor jogadores de elevada qualidade (Elias, Capel, Wolfswinkel ou Insúa), não tem conseguido ir além das "conquistas" de Paulo Sérgio ou Paulo Bento, técnicos que não tiveram o mesmo apoio do ex-Braga. A equipa falha muito defensivamente, principalmente nos contra-ataques adversários, não tem a inércia suficiente para finalizar em condições e nunca consegue dominar completamente. Por sua vez, o Marítimo ocupa uma anormal 4ª posição.

O Sporting entrou em campo com o lateral colombiano Santiago Arias, que se estreou no onze inicial dos lisboetas e logo com uma grande exibição. No entanto, foram os visitados a dominarem a primeira partida. Os maritimistas apresentaram um futebol mais rápido, apostando nas transições ofensivas rápidas, onde brilharam Sami, Danilo Dias e Heldon, que favoreceram da "aselhice" da defensiva forasteira. O centrocampista Benachour, com um remate de fora da área, abriu o marcador num lance onde Rui Patrício não ficou bem na fotografia. No segundo tempo, os leões responderam, mas os da casa iam causando perigo no contra-golpe. Foi numa dessas jogadas que surgiu o segundo e último golo da equipa de Pedro Martins: aos 60 minutos, Danilo Dias meteu a bola "no buraco". Até fim do encontro, o Sporting não logrou causar perigo junto da baliza verde-rubra e o resultado, obviamente, manteve-se.

Francisco Cunha