No historial de confrontos, entre as duas seleções, em fases finais de grandes competições, apercebemo-nos que os transalpinos levam vantagem. Em 7 desafios, entre mundiais e europeus, a Itália venceu 3 jogos, empatando 4. No Mundial de 1934, nos "quartos", os italianos levaram a melhor, numa vitória por 1-0, após um primeiro jogo que terminou empatado sem golos. As seleções haveriam de voltar a bater-se num Mundial em 1994, de novo nos "quartos", de novo com uma vitória pela margem mínima, desta feita po 2-1. O confronto entre ambas as seleções, em Europeus, é mais abrangente. Em 1980 ocorreu um nulo, enquanto que oito anos volvidos a squadra azzurra haveria de superar a sua congénere espanhola por 1-0. Nestes últimos 4 anos estas seleções foram postas à prova em 2 ocasiões. Primeiro no Euro 2008, nos "quartos", nos quais a "Roja" levaria a melhor, nos penáltis, após um 0-0 no período regulamentar. Já nesta edição da prova houve empate, por 1-1, na fase-de-grupos, no jogo que mostrou as verdadeiras potencialidades do conjunto orientado por Cesare Prandelli. "Se a Itália já parou por uma vez a Espanha, é possível fazê-lo outra vez", é neste tónico que os aficionados pelos azuis seguem, rumo ao sonho do Euro. A história está do lado italiano, as potencialidades do lado espanhol. Mas quem ganha? Só vendo o jogo se podem tirar as dúvidas.
domingo, 1 de julho de 2012
A glória ali tão perto!
No historial de confrontos, entre as duas seleções, em fases finais de grandes competições, apercebemo-nos que os transalpinos levam vantagem. Em 7 desafios, entre mundiais e europeus, a Itália venceu 3 jogos, empatando 4. No Mundial de 1934, nos "quartos", os italianos levaram a melhor, numa vitória por 1-0, após um primeiro jogo que terminou empatado sem golos. As seleções haveriam de voltar a bater-se num Mundial em 1994, de novo nos "quartos", de novo com uma vitória pela margem mínima, desta feita po 2-1. O confronto entre ambas as seleções, em Europeus, é mais abrangente. Em 1980 ocorreu um nulo, enquanto que oito anos volvidos a squadra azzurra haveria de superar a sua congénere espanhola por 1-0. Nestes últimos 4 anos estas seleções foram postas à prova em 2 ocasiões. Primeiro no Euro 2008, nos "quartos", nos quais a "Roja" levaria a melhor, nos penáltis, após um 0-0 no período regulamentar. Já nesta edição da prova houve empate, por 1-1, na fase-de-grupos, no jogo que mostrou as verdadeiras potencialidades do conjunto orientado por Cesare Prandelli. "Se a Itália já parou por uma vez a Espanha, é possível fazê-lo outra vez", é neste tónico que os aficionados pelos azuis seguem, rumo ao sonho do Euro. A história está do lado italiano, as potencialidades do lado espanhol. Mas quem ganha? Só vendo o jogo se podem tirar as dúvidas.
sábado, 30 de junho de 2012
Buffon e Casillas: os verdadeiros indispensáveis
Na antecâmera da final do Euro 2012, fazem-se comparações entrejogadores de ambas as seleções. Uma dessas comparações é entre os guarda-redes da "squadra azzurra" e de "La Roja", Gianluigi Buffon e Iker Casillas, respetivamente. De facto, perante uma análise pormenorizada da história de ambos, chega-se à conclusão que existem várias caraterísticas em comum entre os dois keepers.Desde já, ambos estes jogadores têm grande experiência.Casillas conta com 31 anos, ao passo que Buffon é três anos mais velho. Na suas seleções, também são uns verdaeiros "dinossauros", já que Casillas é 135 vezes internacional pelos hispânicos, enquanto que Buffon já alcançou as 118 internacionalizações. Além do mais, ambos são donos e senhores da baliza da sua seleção desde muito jovens. Gigi já era titular da sua seleção no Euro 2000, ao passo que "San Iker" haveria de ter recompensa semelhante no Mundial 2002, realizado na Coreia do Sul e no Japão. Em termos de títulos conquistados, apesar de ambos já terem bastantes, é Casillas que leva um ligeiro ascendente, com 15 títulos dos mais importantes e dos mais diversificados, como Champions, Liga espanhola, Taça Intercontinental, Campeonato do Mundo e Europeu. Ao contrário, Buffon contabiliza 11 títulos, se bem que ainda lhe faltam a Champions e o Europeu.
Após terem vivido um excelente ano a nível desportivo, em que venceram as ligas nacionais, Buffon e Casillas defrontam-se dia 1 de julho pelo ceptro de melhor seleção europeia. Itália e Espanha procuram o sonho de reinarem no "Velho Continente". Para tal intento, cada uma destas seleções têm uma vantagem: têm dois dos melhores guarda-redes do mundo a salvaguardar a sua defesa.
Mais transparência em Portugal
Ontem, finalmente, foi decretado o fim dos empréstimos entre clubes da mesma divisão, algo proposto por Rui Alves (presidente do Nacional) que obteve 19 votos a favor, 9 contra e uma abstenção. Uma decisão que certamente ajudará o nosso futebol a desenvolver-se. De relembrar que esta medida é já um facto em campeonatos como o inglês.Muito provavelmente, os clubes mais pequenos e com menor capacidade financeira poderão sofrer um pouco por não puderem usufruir da ajuda dos "grandes", além de terem de abortar o trabalho feito nos últimos meses (muitas equipas já tinham jogadores garantidos neste processo), porém poderão apostar mais na formação e surgirão assim mais jovens atletas portuguesas. Por outro lado, Benfica, FC Porto e Sporting serão agora obrigados a emprestar os seus excedentários mais promissores e/ou de maior valor a clubes ligas estrangeiras, pois é claro que para jogadores como Urreta ou David Simão a 2ª Liga e, consequentemente, a equipa B não são opções.
Voltando ao ponto de destaque desta medida, era já conhecido e discutido o facilitismo que os futebolistas emprestados demonstravam quando defrontavam o clube com o qual tinham contrato, mas também, por vezes, surge a sensação de que esses mesmos atletas entregam-se mais ao jogo quando atuam perante os grandes rivais do seu "clube-mãe". Resumidamente, esta decisão irá eliminar todas essas afrontas à verdade desportiva ou não, caso os "senhores" do futebol português consigam, de alguma forma, contornar esta situação.
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sexta-feira, 29 de junho de 2012
Pirlo e a genialidade
Andrea Pirlo e a genialidade parecem andar de mãos dadas. Fui, sou e sempre serei um reconhecido adepto das qualidades futebolísticas do experiente médio da Juventus. A bola, quando saí dos seus pés, parece sair com magia e isso fascina-me. As suas movimentações sem bola e o seu sentido posicional e tático são únicos no futebol atual e a forma como controla os 90 minutos com 33 anos às costas é notável.
Formado no Brescia, iniciou a carreira na posição de ponta-de-lança. Chegou a jogar pelo Inter, porém acabou por ser dispensado. O AC Milan deu-lhe a mão e Carlo Ancelloti percebeu que o seu lugar não era ali. Ao avaliar a sua classe e qualidade técnica evoluída decidiu por bem desce-lo para o centro do meio-campo "rossoneri". Após uma primeira época de adaptação, explodiu na sua segunda temporada em Milão. A partir daí é história... Logo em 2002, com 23 anos, estreou-se na seleção italiana, tornando-se rapidamente num dos ícones transalpinos. Tal preponderância culminou na conquista do Mundial de 2006, onde foi um dos melhores jogadores do torneio. No decorrer da sua carreira, venceu ainda duas Ligas dos Campeões e 3 títulos da Serie A.
Apesar de nunca ter tido a honra de figurar num "top 3" de Melhor Jogador do Mundo, poderá ser 2012 o seu ano. Após uma grande época ao serviço da Juventus (onde foi campeão italiano) e de um grande Europeu que até poderá terminar numa vitória sua, chega a hora de este "senhor do futebol" ver o seu trabalho finalmente recompensado em termos individuais.
Formado no Brescia, iniciou a carreira na posição de ponta-de-lança. Chegou a jogar pelo Inter, porém acabou por ser dispensado. O AC Milan deu-lhe a mão e Carlo Ancelloti percebeu que o seu lugar não era ali. Ao avaliar a sua classe e qualidade técnica evoluída decidiu por bem desce-lo para o centro do meio-campo "rossoneri". Após uma primeira época de adaptação, explodiu na sua segunda temporada em Milão. A partir daí é história... Logo em 2002, com 23 anos, estreou-se na seleção italiana, tornando-se rapidamente num dos ícones transalpinos. Tal preponderância culminou na conquista do Mundial de 2006, onde foi um dos melhores jogadores do torneio. No decorrer da sua carreira, venceu ainda duas Ligas dos Campeões e 3 títulos da Serie A.
Apesar de nunca ter tido a honra de figurar num "top 3" de Melhor Jogador do Mundo, poderá ser 2012 o seu ano. Após uma grande época ao serviço da Juventus (onde foi campeão italiano) e de um grande Europeu que até poderá terminar numa vitória sua, chega a hora de este "senhor do futebol" ver o seu trabalho finalmente recompensado em termos individuais.
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Os italianos é que assustam!
Alemanha 1-2 ItáliaApós a estrondosa vitória ante a Grécia, por 4-2, a Alemanha não conseguiu manter o mesmo nível exibicional nas "meias" do Euro 2012, perante uma Itália que, pondo de parte os seus príncipios defensivos, assumiu as despesas de um jogo que prolongou a malapata alemã contra os "transalpinos". De facto, os germânicos nunca derrotaram a Itália em fases finais, quer de Europeus, quer de Mundiais.
O que se viu em Varsóva foi a demonstração da força italiana, de coragem e duma qualidade sem precedentes. Cesare Prandelli optou por adoptar um sistema à volta de Pirlo que, auxiliado por elementos como Marchisio ou De Rossi oferece um apoio ofensivo que termina frequentemente em oportunidades de golo. Uma excelente jogada de Cassano culminou no primeiro golo da noite, por parte de Balotelli, que festejou efusivamente, algo raro de se ver no "Super Mario". A pressão da "squadra azurra" aumentou e Balotelli apontou o seu segundo golo na partida, terceiro no cômputo geral. Até fim da partida, foram raros os mometos de real perigo criados pela "mannschaft", contrastando com as perdidas dos homens mais adiantados da Itália.
No final do jogo, o momento era de celebração para a Itália, que tentará, no dia 1 de julho, cumprir a tradição de vencer um grande certame sempre que o seu país é abalado por corrupção desportiva. Quanto aos germânicos, o momento é de reflexão, para se tentar perceber o que correu mal pois, segundo Beckenbauer, mítica figura do futebol alemão, esta era "a melhor Alemanha de sempre".
Caímos de pé
Espanha 0-0 Portugal (4-2 penáltis)É o fado português! A exibição contra Espanha, campeã do mundo e europeia, merecia outro resultado, já que, apesar dos hispânicos terem dominado grande parte da partida, os jogadores lusos jogaram como guerreiros, ante uns espanhóis que não lograram demonstrar o seu melhor futebol.
A partida começou com uma enorme surpresa no onze espanhol, graças à utilização, de início, do ponta-de-lança do Sevilha Negredo. Quanto à seleção nacional, o filme repetiu-se: plantel igual. Porém, desta feita, com uma novidade, que foi a entrada de Hugo Almeida diretamente no onze, substituindo Hélder Postiga, lesionado. Os minutos iniciais do desafio caraterizaram-se pelo receio das seleções em atacarem, o que tornou esta fase do jogo algo enfadonha. Mas, a partir dos 10 minutos, o famoso "tiki-taka" começou a fazer-se sentir, estando Andrés Iniesta no centro desta avalanche ofensiva, embora sem resultados práticos. Curiosamente, foram os lusos que dominaram no primeiro tempo, muito devido à garra e potência de Fábio Coentrão, que aproveitou este jogo para "calar" alguns críticos que, ao longo da temporada, o criticaram pelas suas exibições ao serviço do Real Madrid.
A segunda parte não alterou muito o figurino do jogo, já que se pode voltar a constatar que os ibéricos tinham demasiado respeito ente si. Vicente del Bosque, timoneiro da "Roja", notou que Negredo não estava a render o esperado, de maneira que, aos 54 minutos, decidiu retirá-lo do campo, fazendo entrar Fábregas, visando ocupar os espaços vazios, para que o "tiki-taka" fluísse melhor. Tal sucedeu-se, apesar de continuar a não haver lances de real perigo junto ás balizas. Del Bosque decidiu recorrer, de novo, ás substituições, retirando David Silva, desinspirado, por Jesús Navas. A partir do minuto 70, "la Roja", graças à entrada de Fábregas minutos antes, conseguiu assumir o jogo, dominando por completo o "miolo", aumentando, como é natural, a sua percentagem de posse de bola. Apesar de tudo, a estatística não refletia o que estava a ser a partida, pois os jogadores lusos mantiveram um jogo sereno, com raros erros. Até fim do tempo regulamentar, nota para a entrada de Nélson Oliveira, aos 83', em detrimento de Hugo Almeida, e para dois livres de Cristiano Ronaldo que não levaram muito perigo à baliza à guarda de Casillas.
No prolongamento, os espanhóis, finalmente, conseguiram conjugar o domínio da posse de bola com algumas situações de grande perigo, como foi o caso do remate de Iniesta, aos 104 minutos, que permitiu a Rui Patrício realizar uma grande intervenção. A segunda parte do prolongamento começou com a entrada em cena de Custódio, para o lugar de Miguel Veloso. Troca por troca então, para que a "seleção de todos nós" tivesse mais domínio posicional. O perigo voltou a rondar a baliza portuguesa, quando aos 111 minutos Jesus Navas, após boa jogada individual, rematou para mais uma grande estirada de Rui Patrício. Até ao fim do duelo, há ainda a destacar a alteração de Raul Meireles por Varela, alteração que obrigou Nani a descer no terreno, passando a ter missões mais defensivas.
Como nenhuma equipa teve arte nem engenho para suplantar o adversário nos 120 minutos iniciais, teve de se recorrer à cruel decisão por grandes penalidades. Aí, o tal infortúnio bateu ás portas da seleção. Rui Patrício, auxiliado por Cristiano Ronaldo, ainda defendeu o primeiro remate espanhol, mas o falhanço de Moutinho logo de seguida complicou as contas aos lusos. Após uma série de golos, Bruno Alves rematou, a bola bateu na trave e volveu para longe da baliza de "la Roja". No penalty a seguir, Fábregas rematou, a bola embateu no poste mas, ao contrário do remate de Bruno Alves, este foi direitinho para dentro da baliza, deitando por terra a ilusão portuguesa de alcançar a sua segunda final num Europeu de futebol. Quanto ao conjunto de Del Bosque, pode entrar na história como a primeira seleção que ganhou dois europeus consecutivos. Para isso, é necessário que Espanha suplante, na final, Alemanha ou Itália, que se defrontam hoje, em Varsóvia.
domingo, 24 de junho de 2012
Segue-se a Espanha
A seleção campeã mundial e europeia em título é a adversária da equipa das "quinas" nas meias-finais deste Euro 2012. Uma exibição dominadora perante a França culminou num bis de Xabi Alonso que levou os espanhóis até esta fase com uma vitória por 2-0.
O grande prato forte da turma de Vicente del Bosque é, sem dúvida, a capacidade de manter a posse de bola que se transporta do Barcelona com Xavi, Iniesta, Busquets, Fàbregas ou Piqué, aos quais se juntam outros jogadores com uma grande capacidade de fazer circular a bola, como Xabi Alonso, David Silva ou Jordi Alba. A velocidade com que a formação de "nuestros hermanos" consegue recuperar a bola é também notável.
Ao contrário do que muitos pensam, a Espanha não é imbatível. Existem formas de a vencer e, analisando os últimos jogos onde La Roja não venceu, podemos notar algumas "lacunas" táticas. Ao jogar com as linhas muito avançadas, uma simples perda de bola poderá revelar-se como fatal. Se Ronaldo ou Nani receberem a bola após um desses lances, poderão transportar a equipa portuguesa para a frente muito rapidamente e, face à diminuta velocidade dos atletas espanhóis, causar estragos. Outro dos pontos essenciais para o bom porto da seleção nacional é "deixar" os oponentes jogar, pois será muito difícil retirar a bola aos espanhóis, mesmo efetuando pressão. No entanto, será essencial jogar com as linhas um tanto avançadas e "fechar" as portas da baliza. Como eles não rematarão de longe, não surgirá perigo por aí.
Ansiamos por uma vitória portuguesa que, caso surja, tanto nos transportará para a glória, como também será certamente muito sofrida.
O grande prato forte da turma de Vicente del Bosque é, sem dúvida, a capacidade de manter a posse de bola que se transporta do Barcelona com Xavi, Iniesta, Busquets, Fàbregas ou Piqué, aos quais se juntam outros jogadores com uma grande capacidade de fazer circular a bola, como Xabi Alonso, David Silva ou Jordi Alba. A velocidade com que a formação de "nuestros hermanos" consegue recuperar a bola é também notável.
Ao contrário do que muitos pensam, a Espanha não é imbatível. Existem formas de a vencer e, analisando os últimos jogos onde La Roja não venceu, podemos notar algumas "lacunas" táticas. Ao jogar com as linhas muito avançadas, uma simples perda de bola poderá revelar-se como fatal. Se Ronaldo ou Nani receberem a bola após um desses lances, poderão transportar a equipa portuguesa para a frente muito rapidamente e, face à diminuta velocidade dos atletas espanhóis, causar estragos. Outro dos pontos essenciais para o bom porto da seleção nacional é "deixar" os oponentes jogar, pois será muito difícil retirar a bola aos espanhóis, mesmo efetuando pressão. No entanto, será essencial jogar com as linhas um tanto avançadas e "fechar" as portas da baliza. Como eles não rematarão de longe, não surgirá perigo por aí.
Ansiamos por uma vitória portuguesa que, caso surja, tanto nos transportará para a glória, como também será certamente muito sofrida.
sábado, 23 de junho de 2012
João Moutinho: o pulmão da seleção
Apesar de não concordar completamente com Pinto da Costa, que referiu que João Moutinho é "a estrela" da seleção, tenho de demonstrar o meu apreço pelo médio portista. A par de Pepe e de Cristiano Ronaldo, Moutinho é o elemento português em melhor condição física, algo que se reflete no campo.Com uma capacidade de sofrimento fora do normal, que camufla o seu aspeto franzino (1,70 metros), Moutinho é capaz de aparecer em todo o lado, como ficou comprovado no jogo com a República Checa, no qual o centrocampista apareceu na linha lateral para efetuar o cruzamento que haveria de dar golo, após excelente cabeceamento de Cristiano Ronaldo. Outro dom de Moutinho é o pragmatismo e a regularidade. O algarvio é daqueles que "não sabe jogar mal", o que lhe confere uma importância vital no meio campo português, tão importante na manobra, quer ofensiva, quer defensiva, dos lusos.
Esperemos então que Moutinho se mantenha ao mais alto nível, e que ajude a "equipa de todos nós", no desafio das meias finais. Uma coisa é certa: Com o portista em campo, as probabilidades de Portugal assegurar uma vitória serão substancialmente mais elevadas.
Mais um desafio para Espanha
Realiza-se hoje, ás 19.45, um dos desafios mais aguardados dos "quartos" do Euro 2012. Frente a frente duas das seleções que melhor futebol praticaram ao longo da fase de grupos. Franceses e espanhóis alimentam, assim, a ilusão de conquistarem o seu terceiro título continental, num duelo que também colocará os portugueses à frente da televisão, pois será uma destas equipas que se baterá com Portugal rumo à final.
Na memória dos hispânicos ainda estará a final perdida contra França, em 1984, na qual um enorme "frango" de Arconada, após livre de Platini, galvanizaria os gauleses rumo ao primeiro Europeu da sua história. Para além deste jogo, de má memória para os espanhóis, efetuaram-se mais dois, em fases finais de Europeus. O balanço é positivo para os gauleses, já que levam duas vitórias e um empate. Aliás, uma das vitórias francesas, em 2000, ajudou a França a ser campeã, num jogo dos quartos de final, no qual Zidane e Djorkaeff apontaram os golos da sua seleção, num resultado positivo de 2-1.
Porém, como todos os jogos têm uma história, a Espanha está convicta que, com uma equipa recheada de estrelas, poderá ultrapassar a seleção francesa, e tornar-se na primeira seleção a vencer dois Europeus seguidos.
Na memória dos hispânicos ainda estará a final perdida contra França, em 1984, na qual um enorme "frango" de Arconada, após livre de Platini, galvanizaria os gauleses rumo ao primeiro Europeu da sua história. Para além deste jogo, de má memória para os espanhóis, efetuaram-se mais dois, em fases finais de Europeus. O balanço é positivo para os gauleses, já que levam duas vitórias e um empate. Aliás, uma das vitórias francesas, em 2000, ajudou a França a ser campeã, num jogo dos quartos de final, no qual Zidane e Djorkaeff apontaram os golos da sua seleção, num resultado positivo de 2-1.
Porém, como todos os jogos têm uma história, a Espanha está convicta que, com uma equipa recheada de estrelas, poderá ultrapassar a seleção francesa, e tornar-se na primeira seleção a vencer dois Europeus seguidos.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Uma Alemanha que assusta
Alemanha 4-2 Grécia
Num jogo que prometia ser mais que uma simples partida (pelas razões políticas já conhecidas), o poderio alemão veio ao de cima para assustar a Europa do futebol. A diferença entre estas duas equipas eram já conhecidas, porém pouca gente esperava que essa disparidade de qualidade se revelasse num resultado tão desequilibrado. Os alemães, que se apresentaram com vários suplentes como Marco Reus, Schurrle ou Klose, mostraram-se superiores desde o minuto inicial e a seleção grega apenas conseguiu contrariar essa toada em raros contra-ataques.
Apesar de tudo isso, a Mannschaft apenas abriu o marcador aos 39 minutos: Lahm, com um remate fantástico de fora de área, fez o 1-0. Já na 2ª parte, Samaras empatou a partida e deu a esperança à equipa de Fernando Santos. Seis minutos depois, Khedira voltou a colocar justiça no marcador, fazendo mais um através de um remate fulminante. Mais tarde, Klose e Reus marcaram mais dois golos para os vice-campeões europeus. A um minuto do fim, Salpingidis converteu uma grande penalidade e fechou o resultado. Em termos de individualidades, de destacar Mesut Özil, que espalhou magia pelo relvado de Gdansk, e Reus, que tem potencial para vir a ser um dos melhores futebolistas do Mundo. Agora, os alemães ficam à espera do Inglaterra vs. Itália para conhecerem o seu futuro adversário nas meias-finais. Por sua vez, os gregos terminam aqui a sua jornada no Euro 2012, após terem surpreendido muita gente ao ultrapassarem a fase de grupos.
Num jogo que prometia ser mais que uma simples partida (pelas razões políticas já conhecidas), o poderio alemão veio ao de cima para assustar a Europa do futebol. A diferença entre estas duas equipas eram já conhecidas, porém pouca gente esperava que essa disparidade de qualidade se revelasse num resultado tão desequilibrado. Os alemães, que se apresentaram com vários suplentes como Marco Reus, Schurrle ou Klose, mostraram-se superiores desde o minuto inicial e a seleção grega apenas conseguiu contrariar essa toada em raros contra-ataques.
Apesar de tudo isso, a Mannschaft apenas abriu o marcador aos 39 minutos: Lahm, com um remate fantástico de fora de área, fez o 1-0. Já na 2ª parte, Samaras empatou a partida e deu a esperança à equipa de Fernando Santos. Seis minutos depois, Khedira voltou a colocar justiça no marcador, fazendo mais um através de um remate fulminante. Mais tarde, Klose e Reus marcaram mais dois golos para os vice-campeões europeus. A um minuto do fim, Salpingidis converteu uma grande penalidade e fechou o resultado. Em termos de individualidades, de destacar Mesut Özil, que espalhou magia pelo relvado de Gdansk, e Reus, que tem potencial para vir a ser um dos melhores futebolistas do Mundo. Agora, os alemães ficam à espera do Inglaterra vs. Itália para conhecerem o seu futuro adversário nas meias-finais. Por sua vez, os gregos terminam aqui a sua jornada no Euro 2012, após terem surpreendido muita gente ao ultrapassarem a fase de grupos.
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