Barcelona, Real Madrid, Borussia Dortmund e Bayern de Munique: eis os quatro magníficos que lutarão entre si pela prova mais importante e prestigiante de clubes do mundo - a Liga dos Campeões. Com maior (Barcelona, Dortmund e Real Madrid tiveram eliminatórias difíceis) ou menor dificuldade (Bayern de Munique, com uma vitória agregada por 4-0, ante a Juventus), estes emblemas confirmaram o favoritismo e seguem para as meias-finais da prova. Só entre si, repartem 18 Champions, ou seja, 1/3 de todas as edições. Evidentemente, foram os "merengues" que mais contribuíram para estes registos, com nada mais nada menos que nove conquistas, cinco delas nas cinco primeiras edições da competição. A seguir, os "Bávaros" e catalães conquistaram quatro, os primeiros venceram três consecutivas no início da década de 70, apoiados por Gerd Müller e Franz Beckenbauer, ao passo que a equipa espanhola alcançou a glória nos últimos 25 anos. Por fim, o Borussia venceu em 1996/97, com um plantel recheado de estrelas onde despontavam o português Paulo Sousa, o suiço Chapuisat, entre outros. Outro pormenor interessante e que seguramente vai dar mais valor a estas meias-finais é o facto de os quatro clubes em questão já terem a liga nacional decidida. Enquanto que na Alemanha o Bayern até já se sagrou campeão (o Dortmund está em 2º), na Liga Espanhola o "Barça" está próximo de o fazer, deixando o Real a vários pontos de distância. Assim, com todos os representantes a apostarem seriamente na prova, esperamos umas semifinais de luxo, com muitos golos e, evidentemente, com alguns dos melhores artistas do mundo a "espalharem" classe pelos relvados.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Quem vai vencer a Champions?
Barcelona, Real Madrid, Borussia Dortmund e Bayern de Munique: eis os quatro magníficos que lutarão entre si pela prova mais importante e prestigiante de clubes do mundo - a Liga dos Campeões. Com maior (Barcelona, Dortmund e Real Madrid tiveram eliminatórias difíceis) ou menor dificuldade (Bayern de Munique, com uma vitória agregada por 4-0, ante a Juventus), estes emblemas confirmaram o favoritismo e seguem para as meias-finais da prova. Só entre si, repartem 18 Champions, ou seja, 1/3 de todas as edições. Evidentemente, foram os "merengues" que mais contribuíram para estes registos, com nada mais nada menos que nove conquistas, cinco delas nas cinco primeiras edições da competição. A seguir, os "Bávaros" e catalães conquistaram quatro, os primeiros venceram três consecutivas no início da década de 70, apoiados por Gerd Müller e Franz Beckenbauer, ao passo que a equipa espanhola alcançou a glória nos últimos 25 anos. Por fim, o Borussia venceu em 1996/97, com um plantel recheado de estrelas onde despontavam o português Paulo Sousa, o suiço Chapuisat, entre outros. Outro pormenor interessante e que seguramente vai dar mais valor a estas meias-finais é o facto de os quatro clubes em questão já terem a liga nacional decidida. Enquanto que na Alemanha o Bayern até já se sagrou campeão (o Dortmund está em 2º), na Liga Espanhola o "Barça" está próximo de o fazer, deixando o Real a vários pontos de distância. Assim, com todos os representantes a apostarem seriamente na prova, esperamos umas semifinais de luxo, com muitos golos e, evidentemente, com alguns dos melhores artistas do mundo a "espalharem" classe pelos relvados.
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quarta-feira, 10 de abril de 2013
Lendas e Glórias: Ronald Koeman
Há um brasileiro, de seu nome Rogério Ceni, com um incrível mas inusitado recorde: é o guarda-redes com mais golos apontados em toda a história do futebol. Ronald Koeman tem um semelhante. A diferença: jogava um bocadinho à frente no terreno de jogo, a defesa-central. De facto, o holandês marcou 193 golos ao longo de 533 jogos, marca que ultrapassou, inclusivamente, a de Passarella (ver aqui). Todavia, como não só de golos se fez a carreira deste holandês, vamos observar mais atentamente as suas conquistas e trajeto.Koeman cumpriu os seus primeiros anos como sénior no Groningen, clube pelo qual se estreou em 1980/81. Apesar de jovem, o seu talento não passava despercebido, muito menos aos olheiros do Ajax, conhecidos pela sua perspicácia na hora de contratar jogadores. Dito e feito já que, volvidas três épocas, o central rumaria a Amesterdão. Aí, conquistou o primeiro título, uma liga Holandesa. Mas, três anos depois de debutar pelos "Godenzonen", acabaria por rumar ao rival PSV. Em Eindhoven, as conquistas foram mais frequentes, destacando-se três ligas Holandesas e duas taças do "país das tulipas", para além da famosa Taça dos Campeões Europeus, conquistada ante o Benfica, após desempate por grandes penalidades. Quando chegou o Europeu, de 1988, "Tintin" já tinha uma grande reputação. Esta competição, apenas serviu para cimentar o seu nome. No Campeonato, comandada por génios como Gullitt, Rijkaard, van Basten ou Kruul e dirigida pelo mítico Rinus Michels, a Holanda foi a grande vencedora, sendo que Koeman fez parte do "dream team" da competição. Portanto, quando foi contratado pelo Barcelona, em 1989, o "canhão" estava no auge. Em Espanha, fez parte de outra "dream team", esta comandado por Cruijff, pela qual Ronald venceu mais quatro ligas Espanholas, uma Taça do Rei, três supertaças, mais uma Taça dos Campeões (com o golo decisivo a ser da sua autoria) e ainda uma Supertaça Europeia. Para terminar a sua carreira, "El Díos" rumou ao Feyenoord onde, surpreendentemente, não conquistou nenhum título.
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Craques de Amanhã: Eric Dier
Aos 11 dias do mês de novembro de 2012 Eric Dier fazia a sua estreia pelo Sporting na vitória, por 1-0, frente ao Sporting de Braga. A partir daí, mercê da excelente exibição, culminada com a assistência para o golo leonino, o inglês assumir-se-ia como pedra basilar no esquema de Jesualdo Ferreira, a defesa-direito, a central ou a médio defensivo, função que tem desempenhado com grande frequência nos últimos jogos.
Apesar de ter nascido nas Ilhas Britânicas, Dier está há muito tempo radicado no nosso país, alinhando, desde 2003, nas camadas jovens dos verde e brancos tendo sido, nas duas últimas temporadas, emprestado ao Everton, com o intuito de "crescer" desportivamente. Este ano até começou na equipa B do Sporting, chegando à "elite" pela mão do "Professor", que desde logo não se coibiu de dar a titularidade a Eric que, diga-se de passagem, tem merecido o apoio dado por Jesualdo Ferreira, ao ponto deste o comparar a Beckenbauer. E, apesar das claras distâncias (não acredito que Dier alcance o nível do alemão, apesar da sua grande qualidade), o britânico, caso tenha calma e "não dê um passo maior que a perna", poderá de facto chegar a um clube de topo e construir uma carreira interessante.
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terça-feira, 9 de abril de 2013
A deceção Liédson
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sábado, 8 de setembro de 2012
Kagawa: o novo craque de Old Trafford
Shinji Kagawa: eis o novo craque de Old Trafford. Resgatado ao Borussia Dortmund no mercado de transferência estival, por cerca de 15 Milhões de euros, este jovem japonês promete tornar-se numa das referências dos red devils num futuro não muito distante. Pese o seu aspeto franzino (172 cm), o jogador de 23 anos demonstra possuir grandes qualidades técnicas, não se intimidando com a maior estatuta dos adversários. Este asiático apresenta outra caraterística interessante e muito procurada: é ambidestro, podendo jogar em qualquer uma das faixas laterais, apesar de se sentir melhor na posição de construtor de jogo.Apesar de não ser um avançado esclarecido, o ex-Borussia Dortmund aponta vários golos por temporada, só na última desfeitou as redes dos oponentes por 17 vezes, dividindo-se os golos por 3 competições (Liga, Taça e Champions). A "dobradinha" lograda pelo Dortmund na última temporada deveu-se, em grande parte, à qualidade deste japonês natural de Kobe. Para além dos golos, alguns deles fundamentais, Kagawa também foi preponderante a desequilibrar as equipas adversárias, mercê de uma qualidade de passe e de finta que não estão ao alcance de todos.
Tendo custado apenas 15 Milhões de euros (graças à aproximação do final do contrato que o ligava aos germânicos), Shinji foi um dos melhores negócios deste mercado, tendo em conta o binómio qualidade/preço. Um jogador a seguir com atenção e que poderá ser uma das revelações desta edição da Premier League.
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quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Luta pela permanência!
Como é evidente, o grande interesse dos aficionados campeonato português, que está prestes a começar, baseia-se na crónica luta pelo título, entre Sporting, Benfica, FC Porto e Sporting de Braga. Todavia, também existe interesse em saber quais as equipas que podem salvar-se da ingrata despromoção ao escalão secundário. Antes do encetar da Liga, equipas como Beira-Mar, Moreirense, Estoril, Paços de Ferreira ou Vitória de Setúbal afiguram-se como maiores candidatos à descida, apesar de emblemas como Olhanense e Gil Vicente também serem possíveis surpresas pela negativa.
Beira-Mar: Os aveirenses conseguiram a permanência no escalão máximo do futebol português sem grandes sobressaltos, se compararmos com outros clubes. Apesar de tudo, os comandados por Ulisses Morais têm um objetivo bem assente: manter-se na Liga. A tarefa não será fácil para uma estrutura que "arrancou" um 12º lugar na edição passada da Liga. Um dos grandes problemas para os aurinegros prende-se com as demasiadas saídas de jogadores nucleares. Yohan Tavares, Nuno Coelho, Artur, André Marques ou Edson Sitta não estarão presentes neste início de temporada, ao passo que ainda há muita incerteza no plantel, no que concerne a entradas e saídas.
Moreirense: Jorge Casquilha conseguiu ascender os seus pupilos à primeira liga, após largos anos nos escalões secundários. Os de Moreira de Cónegos são reconhecidos pela solidez, contando para isso de vários "homens da casa", como Castro, Ricardo Ribeiro ou Ricardo Fernandes. Além destes, outros jogadores também prometem muito, como o jovem Rafael Lopes, vice-campeão do Mundo de sub-20. Lopes, ex-V. Setúbal, tem sido uma das referências do Moreirense nesta pré-época, tendo anotado vários golos. No fundo, pese alguma surpresa, os de Moreira de Cónegos terão imensas dificuldades para se quedarem na Liga.
Estoril: Apesar do objetivo imediato ser garantir a permanência, os lisboetas podem ter fortes esperanças a longo-prazo, mercê das juventude dos seus jogadores. No fundo, é aí que assenta a estrutura dos canarinhos: na juventude. Desde o treinador Marco Silva (35 anos) até aos atletas, casos de Licá (23 anos) ou Carlos Eduardo (22 anos). Do outro lado da balança, apresentam-se os consagrados, como Hugo Leal (32 anos), atleta que já passou por clubes tão distintos como Benfica, Atlético de Madrid ou PSG. No fundo, é esta mescla de jovens com grande talento com jogadores experientes que constitui um plantel sólido e que permite sonhar alto.
Paços de Ferreira: Com maior ou menor dificuldade, o Paços de Ferreira tem conseguido manter-se no convívio dos grandes há algumas temporadas consecutivas. Esse feito é o culminar de uma boa gestão dos recursos disponíveis, que tem permitido ao clube da Capital do Móvel lutar "ombro-a-ombro" contra equipas com mais capacidades financeiras. O retorno do filho pródigo Antunes, para substituir Luisinho, é, para já, o ponto alto de uma época que se espera tranquila.
Vitória de Setúbal: Outrora a combater pelos lugares cimeiros da liga, o Vitória de Setúbal caiu numa espiral de péssimos resultados que fez com que os sadinos tivessem como principal objetivo a permânencia. Porém, em abono da verdade, José Mota, timoneiro dos setubalenses. também não goza de muitos recursos. De facto, o emblema presidido por Fernando Oliveira apresenta o orçamento mais baixo da primeira liga. A ver se voltaremos a ter gigante para o ano.
Moreirense: Jorge Casquilha conseguiu ascender os seus pupilos à primeira liga, após largos anos nos escalões secundários. Os de Moreira de Cónegos são reconhecidos pela solidez, contando para isso de vários "homens da casa", como Castro, Ricardo Ribeiro ou Ricardo Fernandes. Além destes, outros jogadores também prometem muito, como o jovem Rafael Lopes, vice-campeão do Mundo de sub-20. Lopes, ex-V. Setúbal, tem sido uma das referências do Moreirense nesta pré-época, tendo anotado vários golos. No fundo, pese alguma surpresa, os de Moreira de Cónegos terão imensas dificuldades para se quedarem na Liga.
Estoril: Apesar do objetivo imediato ser garantir a permanência, os lisboetas podem ter fortes esperanças a longo-prazo, mercê das juventude dos seus jogadores. No fundo, é aí que assenta a estrutura dos canarinhos: na juventude. Desde o treinador Marco Silva (35 anos) até aos atletas, casos de Licá (23 anos) ou Carlos Eduardo (22 anos). Do outro lado da balança, apresentam-se os consagrados, como Hugo Leal (32 anos), atleta que já passou por clubes tão distintos como Benfica, Atlético de Madrid ou PSG. No fundo, é esta mescla de jovens com grande talento com jogadores experientes que constitui um plantel sólido e que permite sonhar alto.
Paços de Ferreira: Com maior ou menor dificuldade, o Paços de Ferreira tem conseguido manter-se no convívio dos grandes há algumas temporadas consecutivas. Esse feito é o culminar de uma boa gestão dos recursos disponíveis, que tem permitido ao clube da Capital do Móvel lutar "ombro-a-ombro" contra equipas com mais capacidades financeiras. O retorno do filho pródigo Antunes, para substituir Luisinho, é, para já, o ponto alto de uma época que se espera tranquila.
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quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Vontade de fazer mais
Ricardo Sá Pinto tem a árdua tarefa de conquistar algum troféu esta temporada. Os leões não vencem nada desde 2008, a quando da vitória por 2-0 sobre o FC Porto na Supertaça Cândido de Oliveira, algo que, sejamos francos, é muito pouco para um clube com as aspirações, os adeptos e a História do Sporting. Aliada à necessidade de vender jogadores que já levou João Pereira (3,7 milhões de euros) e Matías Fernandéz (3 milhões de euros) para longe de Alvalade, surge este ano a política de contratar atletas a custo zero (Rojo é a exceção que confirma a regra) e de apostar na "prata da casa", face à atual situação económico-financeira europeia. No entanto, isso não tem sido impeditivo de formar uma equipa de valor e a turma verde e branca com novos bons valores surge pronta a atacar as quatro frentes em que se verá integrada. Falta saber quem mais sairá: um central (teoricamente Onyewu) e um outro futebolista que permita obter um bom encaixe financeiro, opção que poderá recair em Rui Patrício, Insua, Schaars ou Elias.Guarda-redes: Caso permaneça em Alvalade, Rui Patrício deverá ser o dono da baliza leonina. Se sair, Sá Pinto poderá apostar em Marcelo Boeck (que já deixou boas indicações) ou ir buscar outro "keeper". Jefferson e Ron-Robert Zieler seriam boas opções e encaixariam na política de contratações dos leões. Vítor Golas será o titular da equipa "B" e o 3º guardião da equipa principal.
Defesa-direito: O jovem luso Cédric Soares fez uma grande época e deverá ser a aposta de Sá Pinto neste setor. A qualidade é vasta e esta poderá ser a sua época de explosão. Pereirinha cumpre e será a 2ª opção para a posição.
Defesa-central: Marcos Rojo tem o lugar garantido no lado esquerdo do eixo defensivo e será um dos destaques dos leões devido à sua qualidade técnica e capacidade tática. Boulahrouz e Xandão discutirão o outro lugar na dupla de centrais e ambos apresentam garantias. Carriço ou Onyewu: um deles será o 4º central e o outro sairá. Nuno Reis jogará por norma na "B" e, numa eventualidade, virá à "A" para colmatar alguma lesão ou suspensão.
Defesa-esquerdo: Caso Insúa fique, será dono e senhor do lugar. Pranjic será a principal solução e também pode jogar à frente, sendo sempre sinónimo de qualidade. E não esquecer que Rojo também pode atuar aqui... Ou seja, esta é, porventura, a posição mais forte dos leões.
Médio-defensivo: Fito Rinaudo parte como titular para a época que se avizinha, mas Gelson Fernandes espreita uma oportunidade. O argentino é mais um construtor de jogo e a sua agilidade no corte é impressionante. Por sua vez, o suíço é mais forte fisicamente e mais inteligente taticamente.
Médio-centro: Elias e Schaars discutirão um lugar nesta posição. O centrocampista brasileiro parte em vantagem devido à sua tremenda qualidade e o holandês até poderá ser titular mais à frente, a 10. Adrien e André Martins são as restantes hipóteses e ambos conferem garantias, se bem que o primeiro poderá sair.
Médio-ofensivo: Izmailov já não tem a fugacidade de outros tempos e já no passado jogou nesta posição (na ala já não rende). O marroquino Labyad (ótimo jogador), Schaars e André Martins lutarão pelo lugar do russo.
Extremos: Carrillo, na direita, e Diego Capel, na esquerda, têm tudo para serem os donos deste lugar pelo que fizeram na época passada. Jeffrén, caso exploda esta temporada, também poderá ser um caso sério. Wilson Eduardo será a 4ª solução e mesmo Labyad, Insua e Izmailov poderão dar uma "perninha".
Ponta-de-lança: Aqui é tudo simples - Wolfwinkel titular, Viola suplente e Diego Rubio terceira solução. Nenhum é um atacante esplendoroso, pelo menos por enquanto, mas nenhum deles é um mau jogador.
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sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Craques de Amanhã: Lorenzo Melgarejo
"Melga" é um jogador de qualidade, com qualidade técnica, raçudo e veloz. Durante a época passada ao serviço de Paços, exibiu-se a alto nível como extremo esquerdo, garantindo assim um lugar no plantel principal do Benfica, todavia Jorge Jesus tem utilizado o paraguaio de apenas 20 anos preferencialmente como lateral, onde até tem deixado bons pormenores nesta pré-época. Por enquanto, ainda não tem rotinas para brilhar nesse posto, porém, caso melhore em termos táticos, poderá vir a ser um caso sério no Futebol nacional (já abordei este assunto neste post).
Na sua curta carreira, Lorenzo já atuou em 5 clubes diferentes. Brilhou nos modestos 12 de Octubre e Olimpia do seu país, mas foi no primodivisionário Independiente que se mostrou ao Mundo. No verão de 2011, o clube da Luz dispensou 760 mil euros na contratação da jovem promessa e emprestou-o de imediato ao emblema da Mata Real, onde efetuou 29 jogos oficiais e fez uma dezena de golos. Regressou ao Benfica e, ofensivamente, tem estado muito bem nos particulares que jogou, tendo sido o habitual eleito para defesa esquerdo, ultrapassando Luisinho na luta pelo lugar. Espero para ver que nível atingirá o camisa 25 das águias no futuro.
Nota Final: 16/20
Na sua curta carreira, Lorenzo já atuou em 5 clubes diferentes. Brilhou nos modestos 12 de Octubre e Olimpia do seu país, mas foi no primodivisionário Independiente que se mostrou ao Mundo. No verão de 2011, o clube da Luz dispensou 760 mil euros na contratação da jovem promessa e emprestou-o de imediato ao emblema da Mata Real, onde efetuou 29 jogos oficiais e fez uma dezena de golos. Regressou ao Benfica e, ofensivamente, tem estado muito bem nos particulares que jogou, tendo sido o habitual eleito para defesa esquerdo, ultrapassando Luisinho na luta pelo lugar. Espero para ver que nível atingirá o camisa 25 das águias no futuro.
Nota Final: 16/20
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Craques de Amanhã
Alas e... mais alas
Poucos imaginariam que o Benfica contraria um médio-ala (o setor está absolutamente sobrelotado), mas a verdade é que anteontem os encarnados oficializaram o regresso do argentino de 22 anos, Eduardo Salvio, depois de um negócio faraónico com o Atlético de Madrid que culminou num câmbio de mais 11 milhões de euros que, a juntar aos 2,5 milhões pagos aos madrilenos a quando do seu empréstimo em 2010, o transformam na mais cara contratação de sempre do clube da Luz. Tendo em conta que Salvio será certamente titular, tem uma qualidade tremenda e que ainda é bastante jovem, podemos dizer que esta é uma boa contratação, todavia o dinheiro empregue nesta operação é excessivo, já que no mercado existiam melhores (ou, pelo menos, do mesmo nível) opções para a sua posição e por um preço menos elevado. Veremos se, numa futura venda, Luís Filipe Vieira conseguirá fazer render este esforço financeiramente (a cláusula de 60 milhões representa esse desejo). Além do mais, as saudades deixadas por "Toto" junto dos adeptos benfiquistas poderá ter sido preponderante, funcionando como um trunfo nas eleições que se avizinham para o atual presidente das águias.
Num setor agora recheado com nove jogadores, a chegada de mais um extremo obrigará a mais saídas. Por enquanto, Melgarejo (que poderá funcionar como lateral-esquerdo), Ola John e Bruno César (JJ já referiu que o brasileiro poderá vir a lutar com Aimar e Carlos Martins por um lugar no centro do meio-campo, onde atuava no Brasil) parecem garantidos no plantel. Dos teoricamente transferíveis, Gaitán parece ser o principal candidato a sair: tem mercado, já houve propostas e não fez uma época brilhante. Nolito também reune interessados (eu, particularmente, nunca fui grande fã do ex-Barcelona), Urreta deverá voltar a ser emprestado (apesar de ter qualidade e eu achar que merecia uma oportunidade de mostrar o seu valor), o mau feitio de Enzo Pérez também o poderá levar para longe de Lisboa e Yannick Djaló, que beneficia do facto de ser português e de ter atuado a lateral, ainda não se exibiu a um bom nível. O próprio Hugo Vieira também poderá jogar nas alas, tal como Rodrigo, o que poderá ajudar à saída de mais alguns atletas.
Eu aponto para as saídas de Nolito e Gaitán e para a titularidade de Salvio e Bruno César, seguido de perto pelo holandês Ola John que ainda é bastante jovem, ainda se está a adaptar e tem sido bastante contestado.
Num setor agora recheado com nove jogadores, a chegada de mais um extremo obrigará a mais saídas. Por enquanto, Melgarejo (que poderá funcionar como lateral-esquerdo), Ola John e Bruno César (JJ já referiu que o brasileiro poderá vir a lutar com Aimar e Carlos Martins por um lugar no centro do meio-campo, onde atuava no Brasil) parecem garantidos no plantel. Dos teoricamente transferíveis, Gaitán parece ser o principal candidato a sair: tem mercado, já houve propostas e não fez uma época brilhante. Nolito também reune interessados (eu, particularmente, nunca fui grande fã do ex-Barcelona), Urreta deverá voltar a ser emprestado (apesar de ter qualidade e eu achar que merecia uma oportunidade de mostrar o seu valor), o mau feitio de Enzo Pérez também o poderá levar para longe de Lisboa e Yannick Djaló, que beneficia do facto de ser português e de ter atuado a lateral, ainda não se exibiu a um bom nível. O próprio Hugo Vieira também poderá jogar nas alas, tal como Rodrigo, o que poderá ajudar à saída de mais alguns atletas.
Eu aponto para as saídas de Nolito e Gaitán e para a titularidade de Salvio e Bruno César, seguido de perto pelo holandês Ola John que ainda é bastante jovem, ainda se está a adaptar e tem sido bastante contestado.
domingo, 29 de julho de 2012
Wenger e Ferguson: longevidade é com eles!
Arséne Wenger parte para a sua 17ª temporada consecutiva ao leme do Arsenal. O treinador de um dos seus rivais, Alex Ferguson, prepara-se para realizar a sua época número 27 ao serviço dos red devils. Estatística impressionante, convenhamos, já que este é um caso ímpar na história do futebol mundial. Foi em 1986 que o Manchester United passou a contar com Fergie, ao passo que os gunners têm sido liderados por Wenger desde 1996, uma década após Ferguson ter aterrado em Manchester. O ManU tinha tido duas eras douradas, mas pouco consistentes. A primeira delas com Busby no comando técnico, a segunda com jogadores como Bobby Charlton, Law e George Best, haveria de ser inclusivamente esta geração que deu a primeira Champions ao clube de Old Trafford, em 1968, com vitória por 4-1 sobre o Benfica, na final. O Arsenal nunca foi uma verdadeira potência, porém, Hebert Chapman, na década de 30, deu aos gunners algumas das competições que hoje fazem parte do museu do histórico clube londrino, como Ligas e Taças de Inglaterra. Daí em diante, apenas um ou outro título, irrompendo a série gloriosa do Liverpool.
Sir Ferguson, de 70 anos, foi o grande obreiro do sucesso que os diabos vermelhos têm tido. A estatística não engana, o escocês venceu 12 das 19 Premier Leagues da história do ManU, para além de 5 Taças de Inglaterra, 11 Supertaças (1 europeia e 10 inglesas), 4 Taças da Liga, 1 extinta Taça das Taças, 2 Champions, 1 Campeonato do Mundo de Clubes e uma Taça Intercontinental, eis o pecúlio de Fergie, que conquistou 37 dos 62 títulos oficiais do United, mais de metade!
O trabalho de Wenger não assume proporções tão épicas, mas é igualmente incrível. O timoneiro francês venceu 3 Premier Leagues, 4 FA Cup e 4 Supertaças. Ou seja, 11 dos 38 títulos do emblema do Emirates Stadium. Além do mais, Wenger aproximou o Arsenal do sucesso lá fora, ao guiar o seu clube à final da Champions de 2005/06, onde, na final, o Barcelona suplantou os gunners pela margem mínima, 2-1.
Alex Ferguson e Arséne Wenger são também reconhecidos por terem lançado ao estrelato alguns dos melhores jogadores de todos os tempos. Thierry Henry, Patrick Vieira, Robert Pires, Ljungberg, Edu, Overmars, Kanu, Sol Campbell, Tony Adams, Bergkamp ou Anelka brilharam constantemente enquanto jogaram ao serviço de Wénger. Do lado oposto, Ferguson também logrou construir grandes jogadores, como Van der Sar, a dupla Andy Cole/York, Sheringham, Solskjaer, Peter Schmeichel, Ryan Giggs, Roy Keane, Cantona, Scholes, David Beckham, Ruud van Nistelrooy, Rio Ferdinand e, mais recentemente, Cristiano Ronaldo e Wayne Rooney.
Wengér e Ferguson não são apenas treinadores, são autênticos símbolos dos históricos clubes que representam. Clubes estes que, se são o que são hoje, em muito o devem aos seus atuais técnicos.
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