No dia 15 do corrente mês efetuámos uma lista com alguns grandes futebolistas, da atualidade ou do passado, que apenas se revelaram ao mais alto nível tardiamente (ler aqui). Neste artigo, vamos aprofundar um pouco mais esse assunto, explorando mais alguns "craques tardios".
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Juventus à conquista da Europa
28 "scudettos", 9 taças de Itália, 4 supertaças italianas, 2 Champions, 2 taças Intercontinentais, 3 Taças UEFA, 2 supertaças europeias e uma taça das taças: eis o pecúlio da Juventus em cerca de 115 anos de história. A "Vecchia Signora", clube mais laureado de Itália, nasceu em 1897, tendo sede em Turim. A primeira grande conquista da "Zebre" data da temporada 1904/05, com a vitória na Serie A. Dessa conquista até à próxima, passaram 21 anos, quando o mítico guarda-redes Combi comandou a sua equipa à conquista da segunda Serie A do historial. Apesar de tudo, de 1935 a 1950, a Juventus foi suplantada pelo seu rival citadino: o Torino que, durante alguns anos, dominou por completo o futebol transalpino. Um dos períodos dourados da Juve coincidiu com o melhor momento de forma que Platini haveria de demonstrar ao longo da carreira. De 1982 a 1987, período de tempo em que Platini debutou pelos "bianconeri", a Juventus engrossou o seu palmarés com 3 ligas italianas, uma Taça de Itália, uma Taça das Taças (conquistada na final frente ao FC Porto), uma Taça Intercontinental e, mais importante, uma Liga dos Campeões. Haveria de ser outro francês a guiar a "Vecchia Signora" rumo à eternidade. Falamos de Zidane, que representou a Juventus de 1996 a 2001, tendo logrado vencer 3 ligas italianas, 1 supertaça de Itália, uma supertaça europeia e uma taça Intercontinental. Um escândalo de viciação de resultados, o "Calciocaos", retirou dois "scudettos" à Juventus, obrigando inclusivamente à descida de divisão do histórico clube transalpino. Apesar de tudo, a Juve renasceu das cinzas e, 7 anos depois do escândalo, está de novo preparada para assaltar o Velho Continente. Com jogadores como Pirlo, Buffon, Marchisio ou Bonucci e comandados por Conte, antiga referência da "Zebre", os lendários "bianconeri" prometem regressa em grande à Liga dos Campeões, tentando a sua conquista pela terceira vez.
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sexta-feira, 29 de junho de 2012
Pirlo e a genialidade
Andrea Pirlo e a genialidade parecem andar de mãos dadas. Fui, sou e sempre serei um reconhecido adepto das qualidades futebolísticas do experiente médio da Juventus. A bola, quando saí dos seus pés, parece sair com magia e isso fascina-me. As suas movimentações sem bola e o seu sentido posicional e tático são únicos no futebol atual e a forma como controla os 90 minutos com 33 anos às costas é notável.
Formado no Brescia, iniciou a carreira na posição de ponta-de-lança. Chegou a jogar pelo Inter, porém acabou por ser dispensado. O AC Milan deu-lhe a mão e Carlo Ancelloti percebeu que o seu lugar não era ali. Ao avaliar a sua classe e qualidade técnica evoluída decidiu por bem desce-lo para o centro do meio-campo "rossoneri". Após uma primeira época de adaptação, explodiu na sua segunda temporada em Milão. A partir daí é história... Logo em 2002, com 23 anos, estreou-se na seleção italiana, tornando-se rapidamente num dos ícones transalpinos. Tal preponderância culminou na conquista do Mundial de 2006, onde foi um dos melhores jogadores do torneio. No decorrer da sua carreira, venceu ainda duas Ligas dos Campeões e 3 títulos da Serie A.
Apesar de nunca ter tido a honra de figurar num "top 3" de Melhor Jogador do Mundo, poderá ser 2012 o seu ano. Após uma grande época ao serviço da Juventus (onde foi campeão italiano) e de um grande Europeu que até poderá terminar numa vitória sua, chega a hora de este "senhor do futebol" ver o seu trabalho finalmente recompensado em termos individuais.
Formado no Brescia, iniciou a carreira na posição de ponta-de-lança. Chegou a jogar pelo Inter, porém acabou por ser dispensado. O AC Milan deu-lhe a mão e Carlo Ancelloti percebeu que o seu lugar não era ali. Ao avaliar a sua classe e qualidade técnica evoluída decidiu por bem desce-lo para o centro do meio-campo "rossoneri". Após uma primeira época de adaptação, explodiu na sua segunda temporada em Milão. A partir daí é história... Logo em 2002, com 23 anos, estreou-se na seleção italiana, tornando-se rapidamente num dos ícones transalpinos. Tal preponderância culminou na conquista do Mundial de 2006, onde foi um dos melhores jogadores do torneio. No decorrer da sua carreira, venceu ainda duas Ligas dos Campeões e 3 títulos da Serie A.
Apesar de nunca ter tido a honra de figurar num "top 3" de Melhor Jogador do Mundo, poderá ser 2012 o seu ano. Após uma grande época ao serviço da Juventus (onde foi campeão italiano) e de um grande Europeu que até poderá terminar numa vitória sua, chega a hora de este "senhor do futebol" ver o seu trabalho finalmente recompensado em termos individuais.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Fabio Capello: "O general"
A qualidade de um treinador mede-se pelos títulos conquistados, principalmente pelos mais almejados. Porém, os presidentes dos clubes nem sempre têm esta mesma opinião, pois se tal pensamento fosse verdade, Capello poderia perfeitamente estar a treinar um conjunto do calibre do Barcelona. De facto, Fabio Capello teve sempre sucesso em equipas. O mesmo não se pode dizer de seleções, pois a única que treinou (Inglaterra) não lhe trouxe o mesmo sucesso dos clubes.Nascido a 28 de junho de 1946, Capello, como jogador, nunca foi muito brilhante, apesar de ter representado alguns dos clubes mais importantes de Itália (Roma, Juventus e AC Milan). "Don Fabio" também haveria de representar a seleção transalpina, pela qual debutou por 32 jogos, tendo anotado 8 golos. Perante tais dados, chega-se à conclusão que o motivo que permitiu a Capello entrar na restrita lista de lendas do futebol não se baseia nas suas qualidades dentro das quatro linhas, mas sim fora delas. A caminhada gloriosa de Fabio como timoneiro começou em 1991, ano em que o AC Milan, um dos seus clubes como jogador, lhe propôs um contrato para guiar as hostes rossoneri. Na primeira época, Capello comandou os milaneses à conquista de uma Serie A. O segundo ano já foi mais positivo, já que permitiu a Capello adicionar mais uma Serie A e uma Supertaça de Itália ao seu pecúlio. Até 1996, ano em que o "general" decidiu abandonar o AC Milan rumo ao Real Madrid, Capello ainda haveria de lograr conquistar 1 Champions (4-0 contra o "dream team" de Cruyff), duas Serie A e duas Supertaças italianas.
Havia alguma desconfiança quando o técnico transalpino desembarcou em Madrid. Afinal, Capello ainda só conseguira singrar em Itália. Porém, as dúvidas foram minimamente dissipadas após essa época, graças ao campeonato espanhol que o próprio "ofereceu" aos "merengues". Um ano após aterrar na capital espanhola, Fabio Capello retornou ao seu "cantinho", no AC Milan. Apesar de tudo, o ano futebolístico de 1997/98 não correu de feição a "Don Fabio" que viu os principais títulos escapulirem-se para outras paragens. Os maus resultados foram favoráveis à saída de Capello, que, pela primeira vez, não obteve os objetivos previamente estabelecidos. Um mau ano não afastou os pretendentes de Fabio, como a AS Roma, que levou a melhor ante outros clubes. Pese o bom futebol, os "giallorossi" nunca lograram brilhar continuamente. Em cinco anos, Capello "apenas" conquistou uma Serie A e uma supertaça de Itália, tudo em 2000/01. Após estas incidências, "Don Fabio" ingressou na Juventus, outro clube pelo qual tinha debutado, como jogador. Os dois anos de Capello na "Vecchia Signora" foram conturbados, devido ao Calciocaos que retirou os dois títulos de Serie A conquistados por Capello, nesse período.
"Bom filho a casa torna", diz o ditado. E a verdade é que tal aconteceu. Em 2006/07, Capello regressou ao Real Madrid, 10 anos depois da primeira aventura. E, tal como acontecera em 1996/97, Fabio também venceu a Liga espanhola. Em 2012 renunciou ao cargo de selecionador de Inglaterra, pelo que, neste momento, o seu futuro é uma incógnita, podendo aposentar-se ou continuar a treinar uma equipa, sendo que, graças à sua qualidade, não deverá ser difícil encontrar pretendentes areceber aquele que, para mim, é um dos melhores técnicos da história do futebol.
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quinta-feira, 21 de junho de 2012
Os eternos suplentes
Turnbull, Antonio Adán, Storari, Castellazzi, Lngerak, Stuart Taylor e Lindegaard, nomes desconhecidos para os mais distraídos, mas que têm em comum o facto de representarem alguns dos maiores "colossos" da Europa. Mais novos (Adán), ou mais velhos (Storari), todos eles gostariam de beneficiar de mais oportunidades para demonstrar o seu valor. Porém, a concorrência é de peso. Petr Cech, Iker Casillas, Buffon, Julio César, Weidenfeller, Joe Hart e David de Gea são, neste momento, os atuais guarda-redes principais do Chelsea, Real Madrid, Juventus, Inter de Milão, Borussia Dortmund, Manchester City e Manchester United. Os suplentes, vão aguardando pelo seu momento que, para já, apenas chega em jogo de menor preponderância.Turnbull: Ingressou no Chelsea em 2009/10, proveniente do Middlesbrough, clube da segunda divisão inglesa. Tem jogado poucas vezes e, quando joga, é só em partidas de competições menos atrativas (Taça da Liga inglesa) ou devido a lesão do guardião principal dos blues (Petr Cech). Apesar de tudo, ainda completou cinco jogos, 2 para a Premier League e 3 para a Taça da Liga inglesa. Com 27 anos, tem poucas probabilidades de ser, um dia, titularíssimo no Chelsea.
Adán: Formado na cantera do Real Madrid, Antonio Adán é o eterno suplente de Casillas, uma das figuras dos "merengues". A preponderância de Casillas é tão elevada, que Adán apenas efetuou 5 partidas, distribuídas por Chamipons, Taça do Rei e Campeonato espanhol. Com uma boa compleição física, Antonio, de 25 anos, é o segundo guardião dos madridistas, sendo que estará esperançado em lograr realizar mais jogos, embora não aparente ter qualidade suficiente para comandar a defesa do Real.
Storari: É um dos mais experientes esta lista, tendo representado, até ao momento, 12 clubes, entre eles a sua atual equipa, a Juventus. Foi contratado há dois anos ao AC Milan, a custo zero, tendo logo a partir desse momento garantido o lugar de guarda-redes secundário. Apesar de já estar em fim de carreira e de já não possuir esperanças de ser figura de proa da "Vechia Signora", Marco ainda realizou sete jogos oficiais na época que agora finda, 3 para a Serie A e 4 para a Taça de Itália.
Castellazzi: Luca Castllazzi é uma espécie de bombeiro. A sua experiência, aliada a um físico impressionante (192 cm e 89 kg) fazem de Castellazzi um bom suplente. Descoberto em 2010/11 na Sampdoria, onde tinha estado 5 anos, este Keeper nunca demonstrou uma qualidade fora do vulgar. Porém, o que faz dele elemento importante é o facto de ser um guarda-redes que sabe esperar e que não causa problemas devido ao facto de não jogar regularmente. Tal conjunto de "capacidades" foi premiado pelos 11 jogos oficiais que completou neta temporada, possivelmente a última ao serviço dos "neroazzurri".
Langerak: Weidenfeller não um guarda-redes fantástico, mas é minimamente fiável. Assim sendo, Langerak, de 23 anos, tem aguardado pela sua oportunidade, que esta época lhe valeu 5 jogos oficiais. Australiano, Langerak chegou há dois anos, proveniente do Melbourne Victory, clube mais aclamado da Oceânia. Apesar de tudo, este australiano é, nesta lista, dos guarda-redes com mais esperanças de vir a ser titular no seu clube, Borussia de Dortmund, nos próximos anos.
Stuart Taylor: No meu ponto de vista, Stuart Taylor apenas representa o Manchester City porque é um importante baluarte no balneário. De resto, Taylor não mostra qualidade suficiente para ser jogador dos "citizens", mesmo que seja como suplente. Um exemplo? Stuart Taylor não realizou nenhum jogo oficial esta temporada, pelos "citizens".
Lindegaard: Acabamos com um guarda-redes que, para mim, é o melhor desta lista. Com 28 anos, Anders chegou a "Old Trafford" em 2010, tendo sido imediatamente suplente de van der Sar. Esta época, devido ao fim de carreira do holandês, o United contratou De Gea, que teve um início atribulado em Manchester, o que permitiu a Lindegaard mostrar serviço, como no primeiro jogo da Chamipons, entre Benfica e Manchester United. Apesar de ter vindo a perder a luta pela baliza, Lindegaard tem demonstrado fiabilidade, que lhe confere um lugar no plantel dos "Red devils".
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
O renascimento da Vecchia Signora
No início da corrente temporada, eram poucos os que equacionavam um bom campeonato para Juventus que passaria obrigatoriamente pela conquista da liga principal de Itália. Na última temporada, o histórico italiano não fez melhor que um 7º lugar, muito pouco, para o emblema mais laureado na península itálica. No princípio deste ano desportivo, era possível observar os ares de mudança que embriagavam Turim. Novo treinador (Antonio Conte) e, como é usual, novos jogadores, entre eles o experiente Andrea Pirlo, que deixara o rival AC Milan. De acrescentar que, ara além do centrocampista italiano, também o chileno ex-Leverkusen, Arturo Vidal, e o avançado ex-Roma, Vucinic, foram reforços. Em janeiro, Martín Cáceres rumou igualmente a Turim.
Habituado a ser um emblema em que a experiência é palavra de ordem, a Juventus não se coibiu este ano de rejuvenecer a equipa, com os atletas atrás mencionados. Numa análise mais profunda ao plantel da "Juve", pode-se constatar que esta equipa é competente em todas as posições do terreno. Buffon é, para muitos, o melhor guarda-redes do mundo, sendo ao mesmo tempo a "bandeira" da Vecchia Signora. No centro da defesa, Cáceres juntou-se a Chiellini, formando uma das melhores duplas de centrais da Serie A. Liechsteiner veio cobrir a ala direita, um dos pesadelos da Juventus no ano transato. A lateral esquerda fica a cargo de De Ciglie e Fabio Grosso. No meio-campo, Pirlo e Marchisio ou Vidal são peças-chave, conferindo ao clube de Turim segurança e domínio do centro do campo. No ataque, as opções abundam, em quantidade e qualidade, entre os nomes Matri, Del Piero, Vucinic, Quagliarella e Simone Pepe.
Fernando Machado
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Derby favorável ao Inter
AC Milan 0-1 Inter de Milão
O jogo grande da 18ª jornada da Serie A italiana terminou favorável aos forasteiros, que contra o seu maior rival venceram por 1-0. Com o estádio que serve de sede aos dois clubes de Milão, foi o AC Milan a primeira equipa a alvejar a baliza de qualquer guarda-redes. O jogo manteve-se neste tónico, os rossoneri atacam mas sem resultados práticos, com os visitantes a colocarem em jogo a técnica de contenção italiana, o catenaccio. A etapa complementar acabou por seguir as mesmas ideias, porém, aos 54 minutos, Diego Milito isola-se e consegue bater Abbiati, que pouco podia fazer. Este golo foi apenas mais uma razão para a turma de Massimiliano Allegri atacar ainda mais, com uma formação mais ofensiva do que o rival, o Milan não foi capaz de marcar, perdendo o primeiro lugar da Liga Italiana, para a Juventus.
Noutros jogos, nota primordial para o empate caseiro da Juventus perante o Cagliari (1-1). Para a "Vecchia Signora", foi o montenegrino, Mirko Vucinic o autor do golo, mas Cossu teve outras ideias e na 2ª parte repôs o empate.
Noutros jogos, nota primordial para o empate caseiro da Juventus perante o Cagliari (1-1). Para a "Vecchia Signora", foi o montenegrino, Mirko Vucinic o autor do golo, mas Cossu teve outras ideias e na 2ª parte repôs o empate.
domingo, 30 de outubro de 2011
Série A: Juventus e Milan vencem
Inter 1-2 Juventus: A Vecchia Signora recuperou a liderança da Série A após uma vitória na principal partida da 10ª jornada italiana. A equipa de Antonio Conte surgiu no Meazza melhor que o rival Inter de Milão e, mesmo com Del Piero e Elia no banco, os de Torino começaram a ganhar. O montenegrino Vucinic meteu a bola dentro da baliza. Mas, ainda antes do fim do 1º tempo, o brasileiro Maicon fez um grande golo e colocou a Juve numa situação perigosa. Porém, passados apenas 5 minutos, Marchisio fez o 2-1. Em suma, uma partida interessante que acabou numa vitória para a principal candidata à vitória da Série A deste ano.
Roma 2-3 Milan: Mesmo com Stekelenburg, Ángel, Juan, Heinze, Pjanic, De Rossi, Lamela, Gago, Borini ou Bojan, a equipa de Luis Enrique saiu derrotada do Olímpico de Roma. O AC Milan entrou mais pressionante e com vontade de não deixar a Juventus fugir na frente. Por isso, Ibrahimovic marcou aos 17 minutos. Burdisso empatou e Nesta repôs a superioridade milanesa. O jogo "adormeceu" e só "acordou" nos 15 minutos finais. Aos 78 minutos, o sueco Ibrahimovic fez o 3-1. Até final, a Roma atacou com tudo, mas os romanos só conseguiram reduzir, por intermédio de Bojan aos 88 minutos.
Roma 2-3 Milan: Mesmo com Stekelenburg, Ángel, Juan, Heinze, Pjanic, De Rossi, Lamela, Gago, Borini ou Bojan, a equipa de Luis Enrique saiu derrotada do Olímpico de Roma. O AC Milan entrou mais pressionante e com vontade de não deixar a Juventus fugir na frente. Por isso, Ibrahimovic marcou aos 17 minutos. Burdisso empatou e Nesta repôs a superioridade milanesa. O jogo "adormeceu" e só "acordou" nos 15 minutos finais. Aos 78 minutos, o sueco Ibrahimovic fez o 3-1. Até final, a Roma atacou com tudo, mas os romanos só conseguiram reduzir, por intermédio de Bojan aos 88 minutos.
sábado, 29 de outubro de 2011
A nova Juventus
A Vecchia Signora surgiu para esta época com um novo estádio (o Estádio Juventus ou o novo Delle Alpi) e, atualmente, ocupa a 1ª posição da Liga Italiana. Será que o novo estádio é a causa das vitórias da equipa de Torino? Com certeza que não, mas sim uma política correcta de contratações e um bom trabalho de Antonio Conte, o novo técnico dos italianos que brilhou como treinador no Siena e como jogador na Juventus. Destaque para as contratações de Lichsteiner, Elia (que até nem tem sido opção), Pirlo, Vidal e Mirko Vucinic, todas durante o passado defeso. Estas novas estrelas juntaram-se a Buffon, Chiellini, Bonucci, Pepe, Krasic e Del Piero, formando uma equipa de luxo que deverá chegar longe.
Francisco Cunha
Francisco Cunha
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Série A: Resumo da 7ª jornada
A abrir a 7ª jornada da Liga Italiana, o Catania venceu o Inter por 2-1. Com golos de Nocerino, Robinho e Cassano o Milan derrotou o Palermo por 3-0, enquanto que o Parma venceu o Nápoles por 2-1. Depois uma série de empates a zero: a Cesena e a Fiorentina empataram, a Atalanta e a Udinese também, tal como o Cagliari e Siena, acontecendo o mesmo com Chievo e a Juventus. O Génova e o Lecce também empataram 0-0, deixando o seu rival Bolonha vencer o Novara por 2-0. No jogo da jornada, a Lazio derrotou a Roma, vencendo o clássico romano por 2-1 (a AS Roma começou por vencer). No Olímpico, Hernanes e Klose marcaram para os vencedores e Osvaldo para os vencidos. A Juventus mantén assim a 1ª posição, porém com os mesmos pontos que a Udinese.
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